Ditaduras Militares
Dom João VI, o AI-5 e a Resistência
Na luta pela independência e na superação da ditadura militar, repetem-se velhos padrões brasileiros: a tendência aos acordos conciliatórios, a recusa a mudanças radicais, uma "democracia" que esconde os conflitos. Mas há sinais de que este quadro pode estar mudando
Cláudio César Dutra de Souza, Sílvia Ferabolli
12 de fevereiro de 2008
As obscuras atividades econômicas dos militares
É notório que as forças armadas constituem o maior partido político do país. Poucos sabem, no entanto, que elas concentram também um formidável poder econômico, responsável por 6% do produto interno bruto. Seus negócios vão da alta finança e da indústria pesada até a administração de padarias e salões de beleza
Ayesha Siddiqa
14 de janeiro de 2008
Esquerda, versão Uruguai
Sensível aos temas sociais e duro com os militares que têm saudades da ditadura, o governo Tabaré Vasquez faz, porém, concessões às transnacionais. Parte de seus ministros flerta com os EUA e despreza o Mercosul
Edouard Bailby
29 de abril de 2007
Pinochet sem pena nem glória
"De suas vítimas, de todos os que o resistiram, do presidente Allende, fica o exemplo moral. Dele, nada resta digno de ser lembrado — somente o odor fétido que os bons ventos do Pacífico logo se encarregarão de levar". Um texto do escritor chileno Luis Sepúlveda
Luis Sepúlveda
16 de janeiro de 2007
As eleições do medo
O primeiro turno das eleições presidenciais afastou o fantasma da eleição do general Efraín Rios Mont, acusado de ser responsável por 20 mil mortes nos dois anos que se seguiram ao golpe de Estado por meio do qual tomou o poder em 1982
Stéphanie Marseille
1º de novembro de 2003
Nos tempos da Unidade Popular
Brutalmente enterrada no fatídico 11 de setembro de 1973, os relatos daquela época marcada pela esperança de um mundo melhor são parte da “batalha pela memória” que se trava no Chile, ainda asfixiada pela amnésia provocada pela junta militar
Cronologia
Franck Gaudichaud
1º de setembro de 2003
O sonho de Salvador Allende
No Chile da década de 60, Salvador Allende foi um revolucionário atípico: acreditava na via eleitoral da democracia representativa e na possibilidade de instaurar o socialismo dentro do sistema político vigente
Tomas Moulián
1º de setembro de 2003
Noite da vitória
As pessoas gritavam, pulavam - ’El que no salta es momio’ [Quem não pula é reaça!] -, abraçavam-se para ter certeza de que não estavam sonhando. Ah! Como esse país era magnífico e como eram maravilhosos esses chilenos politizados até a raiz dos cabelos!
Pierre Kalfon
1º de setembro de 2003
A corrida às embaixadas
Quando o palácio La Moneda foi bombardeado, no dia 11 de setembro de 1973, a esquerda chilena estava desprevenida e a tragédia foi total. Foi um salve-se quem puder. Todo mundo correu para as embaixadas. Cadáveres boiavam no rio Mapocho...
Pierre Kalfon
1º de setembro de 2003
Lições de uma tragédia
As indispensáveis reformas de estrutura não exigem só o consenso das forças de esquerda, mas a cooperação de outras forças populares. Eis a lição do 11 de setembro chileno, mas ainda não explorada em lugar algum
Dominique Vidal
1º de setembro de 2003
Uma literatura claustrofóbica
De 1973 a 1983, o Chile viveu a década do ’apagón’ cultural. Toque de recolher e estado de sítio permitiram à ditadura esconder os crimes e os fantasmas que, 30 anos mais tarde, ainda assombram o imaginário coletivo da literatura chilena
Nira Reyes Morales
1º de setembro de 2003
Da vitória à redemocratização
1º de setembro de 2003
Diante da barbárie: um sopro evangélico
O livro de um padre francês (Charles Antoine) recentemente falecido faz um impressionante levantamento do saldo da repressão na América Central durante as décadas de 60 à de 90: só na Guatemala, 200 mil mortos e um milhão de refugiados
Maurice Lemoine
1º de fevereiro de 2003
Adeus às liberdades
Em nome da “guerra justa” contra o terrorismo, toda transgressão é permitida. Washington não hesitou em estabelecer alianças com dirigentes pouco recomendáveis: o general golpista Musharraf, do Paquistão, e o ditador Karimov, do Uzbequistão
Ignacio Ramonet
1º de janeiro de 2002
Por que a direita vence
na Espanha
O Partido Popular, de direita, obteve maioria absoluta nas eleições de 12 de março, na Espanha. Como poderia um partido historicamente ligado à ditadura e seu herdeiro direto ter uma vitória tão estrondosa? A análise dos filmes de Pedro Almodóvar ajuda a responder a estas perguntas
José Vidal Beneyto
12 de abril de 2000
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