Economia Social e Solidária
Sabores do cacau com consciência
No Equador, uma rede de produção e comércio solidário reúne 26 mil pessoas, tem gestão baseada em assembléias e conquista consumidores em muitos países. Experiência revela: é possível ser viável oferecendo, ao invés das "vantagens" mercantis, respeito aos direitos sociais e à natureza
Carola Reintjes
9 de novembro de 2007
Viagem a uma empresa utópica
No sul da Espanha, uma companhia que não visa lucro, pratica o comércio justo e paga salários iguais a todos os sócios e funcionários atua há vinte anos — e está em perfeita saúde econômica
Carola Reintjes
25 de outubro de 2007
A Revolução das segundas-feiras
Acaba de se realizar no Uruguai a VI Feira Nacional da Economia Solidária. Evento irrelevante e experiências micro? Respondo: micro-revolucionário, mas mega-transformador. Gosto dos heróis invisíveis
Carola Reintjes
16 de outubro de 2007
Outra economia, além do capital
Espalham-se pelo planeta empreendimentos que organizam produção, comércio e finanças segundo valores e lógicas de solidariedade. Carola Rentjes, uma das referências internacionais desse universo, inaugura, no Le Monde Diplomatique Brasil, uma coluna sobre ele
Carola Reintjes
3 de outubro de 2007
"Estamos no bom caminho"
Em resposta ao artigo “
Ambigüidades do comércio equitativo”, de Christian Jacquiau (
Le Monde Diplomatique, setembro de 2007), Jean-Pierre Doussin, presidente da Max Havelaar França, enviou a seguinte resposta
Jean-Pierre Doussin
3 de outubro de 2007
O paradigma da colaboração
O padrão de produção e consumo típico do capitalismo, e hegemônico há séculos, está em crise. Em seu lugar, emergem relações sociais mais sustentáveis, democráticas e... prazerosas
Ladislau Dowbor
2 de outubro de 2007
Ambigüidades do comércio eqüitativo
Por toda parte, vozes se levantam exigindo tratamento humano para os pequenos agricultores e preservação do meio ambiente. Os “alterconsumidores” já representam de 15% a 25% da população. Mas há muito embuste disfarçado sob rótulos alternativos
Christian Jacquiau
6 de setembro de 2007
Ocupar, resistir e produzir
Desde a crise econômica que arruinou a Argentina, em 2001, cada vez mais os desempregados ocupam as suas empresas falidas e as recolocam em funcionamento sem os patrões, invocando o direito ao trabalho antes do direito à propriedade
Cécile Raimbeau
1º de setembro de 2005
Como a OMC
foi posta em xeque
Graças às ONGs e aos movimentos sociais, o neoliberalismo sofreu em Seattle sua primeira grande derrota. É hora de avançar, propondo uma ordem internacional baseada não nos mercados, mas na democracia e na solidariedade.
Susan George
12 de fevereiro de 2000
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