Geopolítica da Ásia Central
Dissidentes em Moscou
Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia
Anne Nivat
1º de maio de 2006
Ruínas, mágoas e medo
Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista
Anne Nivat
1º de maio de 2006
Afirmação incerta
Quinze anos depois da independência, a identidade bielo-russa ainda luta para se consolidar. A maior dificuldade está na influência russa, construída durante o enfrentamento comum contra o nazismo
Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006
As razões do grande reinado
Tudo indica que o presidente Alexandre Lukachenko, no poder desde o fim da União Soviética, conquistará um novo mandato, em 19/3. O endurecimento do regime é real, mas há outras razões para a permanência
Alexandre Billette, Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2006
Dinastia, petróleo e ambições
Astúcia política, controle policial e fraqueza da oposição permitiram à dinastia Aliev manter-se no poder. Qual o futuro do país, enriquecido agora pelo petróleo e tentado a estabelecer aliança militar com os EUA e a "recuperar" o Alto Karabakh?
Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2006
Entre o nacionalismo e o islamismo
Nos cinco estados da Ásia Central que foram parte da União Soviética, a independência nacional não significou democracia ou desenvolvimento econômico
Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005
A briga dos grandes
China, Rússia e Estados Unidos disputam território, riquezas e influência política em uma área estratégica
Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005
Guerra sem fim
Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos
Jean Radvanyi
1º de outubro de 2004
Quando a diáspora volta para casa
Formando ’lobbies’ importantes nos Estados Unidos e mesmo na Rússia, a comunidade armênia na diáspora investe no país, metamorfoseando sua paisagem, não sem antes enfrentar percalços políticos e choques culturais
Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004
Os filhos da privatização chegam ao poder
Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados
Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004
A base dos EUA na Ásia central
Para deslanchar a guerra contra o terrorismo internacional, os Estados Unidos estabeleceram bases militares, na Ásia central, no Uzbequistão, na Quirguízia e no Tadjiquistão. Mas, evidentemente, há o projeto do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan
Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2003
O novo “grande jogo”
A atual guerra alterou a lógica da competição estratégica na Ásia central. O comércio do petróleo e os projetos de oleodutos perderam parte da sua importância, enquanto as bases aéreas, os serviços de informações e o poder militar viram a sua aumentar
Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001
Uzbequistão, um país-chave
Com 24 milhões de habitantes e uma posição geograficamente privilegiada, o Uzbequistão é um território crucial no contexto político-militar da atual guerra. Mas é governado por um dos regimes mais repressivos da Ásia central
Vicken Cheterian
1º de novembro de 2001
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