Guerras “Preventivas”
Livros de Noam Chomsky publicados no Brasil
13 de agosto de 2007
Hollywood vê o pós-11 de setembro
Surpresa: ao contrário do que ocorreu durante a II Guerra, o cinema norte-americano não enxerga o "combate ao terrorismo" por um único ângulo
Mehdi Derfoufi, Civan Gürel , Jean-Marc Genuite
11 de outubro de 2006
Quem faz as guerras químicas
No momento em que os EUA usam fósforo branco e urânio empobrecido contra o Iraque, vale observar as seqüelas do agente laranja provoca no Vietnã, vinte anos após pulverizado
Francis Gendreau
1º de janeiro de 2006
Fósforo branco sobre Falluja
A revista do exército dos EUA descreve o produto químico como "arma psicológica" para desalojar insurgentes dos seus esconderijos, uma tática chamada "shake’n bake" ("agitar e assar")
Maria Wimmer
1º de janeiro de 2006
Segurança coletiva, o sonho desfeito
A volta à cena, de forma espetacular, da guerra unilateral mostra que a ONU fracassou na busca do equilíbrio internacional
Olivier Corten
1º de setembro de 2005
Lições da história
A II Guerra não somente abalou a geopolítica internacional como a própria mentalidade das pessoas. Mas os atuais representantes de seus vencedores parecem ter esquecido suas lições
Ignacio Ramonet
1º de maio de 2005
A direita americana ataca a ONU
Um conveniente escândalo foi armado para desacreditar as Nações Unidas e seu trabalho de minimizar as conseqüências trágicas do embargo imposto ao Iraque durante doze anos
Joy Gordon
1º de fevereiro de 2005
O cinismo global de Bush
A “guerra preventiva” no Iraque provocou a disseminação do terrorismo pelo mundo, mas um país que dá abrigo a uma lista de notórios terroristas nunca será alvo desta política: os Estados Unidos
Noam Chomsky
1º de maio de 2004
EUA reforçam arsenal nuclear
O governo Bush resolveu pôr em prática o ’Nuclear Posture Review’, política anunciada pelo secretário da Defesa no ano passado, que consiste em ampliar a disposição de armas nucleares (os ’tac nukes’), principalmente para conflitos de baixa intensidade
Pascal Boniface
1º de outubro de 2003
Terrorismo nuclear, mitos e realidades
A política de não-proliferação é essencial na luta contra a ameaça – real – do terrorismo nuclear. Se faz necessária uma nova política para o Oriente Médio e um maior combate ao tráfico, mas os esforços da Europa e dos EUA permanecem modestos
Georges Le Guelte
1º de outubro de 2003
O melhor dos mundos, segundo Washington
A “onda mundial de ódio” contra os Estados Unidos, provocada por sua nova doutrina de segurança nacional e pela guerra no Iraque, não representa qualquer tipo de problema para seus atuais dirigentes. Acima de tudo, trata-se de ser temido, não de ser amado
Noam Chomsky
1º de agosto de 2003
Agressão ilegal
Ao iniciar sua “guerra preventiva” contra o Iraque, os Estados Unidos abalaram a ordem mundial. Embora sem grandes ilusões, esperava-se que o país mais poderoso da Terra não virasse ostensivamente as costas aos grandes princípios da moral política.
Ignacio Ramonet
1º de abril de 2003
A era da guerra perpétua
A prepotência norte-americana e a falta de argumentos que justifiquem esta “guerra preventiva” vem sendo questionadas pela opinião pública mundial, que teme as mudanças que o conflito no Iraque prenuncia para o equilíbrio mundial.
Ignacio Ramonet
1º de março de 2003
A chantagem nuclear
Ao substituir sua política de contenção pela de guerra preventiva e inventar o “eixo do mal”, Bush cometeu a imprudência de provocar a Coréia do Norte que, ameaçada por um “ataque preventivo”, tomou a iniciativa de colocar Washington na parede
Bruce Cumings
1º de fevereiro de 2003
A razão do mais forte
Com o fim da guerra fria, os Estados Unidos adotaram o conceito de ’rogue States’ (Estados delinqüentes) para designar países que desafiam a sua hegemonia. Ao fazê-lo, no entanto, extrapolam do abuso do poder e tornam-se, eles próprios, um ’rogue State’
Jacques Derrida
1º de janeiro de 2003
Uma ONU refém de Washington
O argumento de legítima defesa contra o Iraque é injustificável. Não existe ameaça alguma plausível dirigida contra os Estados Unidos e nenhuma prova da ligação do regime iraquiano com a ameaça representada pela Al-Qaida
Richard Falk
1º de dezembro de 2002
Dois pesos e duas medidas
Os Estados Unidos impuseram, no mês passado, a destruição dos programas de armamento do Iraque sob a alegação de que aquele país violara uma resolução da ONU. Antes desse episódio, resoluções da ONU haviam sido violadas 91 vezes...
Serge Halimi
1º de dezembro de 2002
As prioridades estratégicas dos EUA
A estratégia norte-americana apóia-se em três pontos – fortalecimento da capacidade militar, busca de novas fontes de petróleo e guerra contra o terrorismo – que se fundem num único objetivo: a supremacia e o domínio do mundo inteiro
Michael T. Klare
1º de novembro de 2002
O evangelho do neocolonialismo
Em livro lançado este ano, conselheiro pessoal de Anthony Blair recomenda usar “dois pesos e duas medidas” nas relações internacionais. Referindo-se aos países do Sul, propõe: “Respeitamos a lei, mas quando agimos na selva, devemos usar a lei da selva”
Philip S.Golub
1º de setembro de 2002
Guerra preventiva, estratégia perigosa
Anunciada por Bush, e expressa claramente em documentos da Casa Branca, a nova doutrina militar dos EUA impõe por meios bélicos a ordem mundial defendida por Washington, e reacende o risco de um conflito nuclear
Paul-Marie de La Gorce
1º de setembro de 2002
Os contornos do Império americano
Três obras importantes, ricas e atuais, debatem a estratégia norte-americana pós-11 de setembro e o caos, ódio, fanatismo e barbárie das guerras contemporâneas
Paul-Marie de La Gorce
1º de junho de 2002
A nova doutrina militar americana
Em seu discurso em 31 de janeiro, o secretário norte-americano da Defesa, Donald Rumsfeld, traçou a essência da nova era da hegemonia militar dos Estados Unidos: colocou no mesmo campo inimigo organizações terroristas e países que supostamente as apóiam. E, justificou, assim, a explosão do orçamento militar
Paul-Marie de La Gorce
1º de março de 2002
O poder imperial de Bush
Unilateralismo externo e autoritarismo interno: este é o balanço da guerra contra o terrorismo comandada por George W. Bush. Contrariamente às expectativas européias, o governo norte-americano continua refratário a qualquer cooperação multilateral
Philip S.Golub
1º de janeiro de 2002
Palavras-chave no mesmo grupo
[temas atuais]
Outros grupos de palavras-chave