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Imprensa e Poder

O bobo da corte
Trânsfuga da esquerda, Bernard-Henry Lévy tornou-se o agressivo ideólogo de um novo centro, que se aproxima cada vez mais da direita. Ao contrário dos antigos truões, que usavam seu talento para criticar o status quo, BHL só faz atacar as idéias progressistas e adular os poderosos
Serge Halimi
12 de novembro de 2007

O Equador ensaia a “revolução cidadã”
Num país marcado pela debacle do sistema político tradicional, uma Assembléia Constituinte promete “refundar a República”. Apoiado por movimentos cidadãos, o presidente Rafael Correa sonha com um modelo em ruptura com o neoliberalismo — e enfrenta oposição da mídia e da oligarquia
Hernando Calvo Ospina
12 de novembro de 2007

Pequenos editores, grandes ambições
Editoras e mídias alternativas surgem como contraponto aos grandes conglomerados da imprensa. Uma maneira de inverter a postura panfletária, acrítica e maniqueísta da mídia oficial, propondo uma visão pluralista e independente
André Schiffrin
16 de outubro de 2007

Como os lobbies fazem a lei
Investigações feitas na França revelam enorme promiscuidade entre poder econômico, parlamentares e mídia. Métodos incluem até brindes como viagens e cartões para baixar música grátis, em sites fechados. Em nome de quem agem os “representantes do povo”?
Marie Bénilde
21 de março de 2007

As vozes de Washington
Por que a Arábia Saudita promove, há décadas, jornais que influem em todo o mundo árabe, mas procuram mantê-lo fragmentado e dividido. História de uma operação ideológica montada para fortalecer o poder dos EUA no Oriente Médio
Mohammed El Oifi
21 de dezembro de 2006

A mídia em campanha
Na França, diferente de outros países, o debate sobre o projeto constitucional esquenta, e já não se descarta uma vitória do “não” – para espanto da mídia, que joga tudo, em vão, na campanha em favor do texto liberal
Serge Halimi
1º de maio de 2005

Mídias em crise
A queda de circulação dos jornais e a concentração de veículos nas mãos poucos grupos ameaça o pluralismo, a independência jornalística e a democracia. Além da concorrência implacável da Internet, esta crise é fruto da perda de credibilidade da imprensa escrita
Ignacio Ramonet
1º de janeiro de 2005

A Publicis no poder
O quarto maior grupo de comunicação do mundo guarda relações estreitas com a mídia, freqüenta os círculos do poder e exerce grande influência nas grandes questões – e nos grandes negócios – da Europa
Marie Bénilde
1º de junho de 2004

Um “golpe de Estado” na mídia?
A recusa do presidente italiano Carlo Ciampi em assinar uma lei que beneficiaria uma das estações de TV de Berlusconi é mais um alerta sobre o conflito de interesses que permeia o governo do primeiro-ministro e empresário de comunicação
Pierre Musso
1º de fevereiro de 2004

Um negócio de família
O domínio dos impérios familiares da comunicação voltou com força total nesse início de século. O modelo dinástico proporciona vantagens como criar vasos comunicantes entre o patrimônio pessoal e o interesse destes grupos, cotados na bolsa de valores
Marie Bénilde
1º de novembro de 2003

O quinto poder
O Observatório Internacional da Mídia é a nova arma cívica para enfrentar o novo superpoder dos grandes meios de comunicação de massa que impõem, em matéria de informação, uma única lógica – a do mercado – e uma única ideologia – a do pensamento neoliberal
Ignacio Ramonet
1º de outubro de 2003

“Quatro vezes o imposto federal”
Numa matéria de 1905, que fez muito barulho, Ray Stannard Baker denuncia as práticas das companhias ferroviárias, exemplo do que foi o jornalismo “muckraking» que mudou a face dos Estados Unidos naquela época
Serge Halimi
1º de agosto de 2003

Os Muckrakers: quando a imprensa norte-americana era viva
Nos EUA, a “idade do ouro” do jornalismo se associa ao nome de “muckraking”, expressão que conjuga as palavras “turfa” (muck) e “ancinho” (rake). A caneta, como ancinho, revolvia a turfa aglomerada na base da escala social pelas malfeitorias dos piratas da alta sociedade
Serge Halimi
1º de agosto de 2003

Quando The Economist pensa contra si mesmo
Diante do êxito da Malásia, que impôs o controle cambial para responder à crise financeira de 1997, violando um dos cânones mais sagrados da ortodoxia liberal, badalado semanário econômico liberal faz auto-crítica
Bernard Cassen
1º de junho de 2003

A concentração das mídias nos EUA
Viabilizado pela desregulamentação do setor, o processo de concentração e conseqüente uniformização na indústria das comunicações norte-americanas aumentou desde a década de 80 e hoje está nas mão de apenas dez grandes empresas.
Eric Klinenberg
1º de abril de 2003

O Le Monde em questão
Lançado recentemente, o livro ’La Face cachée du Monde’ causou um abalo sísmico no jornalismo ao atacar, baseado em uma investigação rigorosa de dois conhecidos jornalistas, o vespertino que se tornou referência de qualidade e competência tanto dentro como fora da França
Redação do Le Monde Diplomatique
1º de abril de 2003

O Le Monde e o Diplo
Em meio à tempestade provocada pelo livro sobre o ’Le Monde’, ganha relevância o processo pelo qual a redação do Monde diplomatique conquistou sua independência editorial e administrativa em relação a esse grupo editorial
Ignacio Ramonet
1º de abril de 2003

Os novos imperadores da mídia
A crescente concentração dos meios de comunicação ameaça o pluralismo da imprensa, já que seus novos donos privilegiam a rentabilidade, em detrimento do direito de ser bem informado - acompanhante fundamental da liberdade de expressão
Ignacio Ramonet
1º de dezembro de 2002

Uma brecha no controle da mídia
Passada a ditadura, a quase totalidade dos meios de comunicação continua controlada por dois grandes grupos empresariais, no Chile. Mas há exceções, como jornais satíricos e uma experiência, inédita, de um canal de televisão popular, ’Señal 3’
Nira Reyes Morales
1º de novembro de 2002

Um contra-poder à espreita?
Na França, como nos Estados Unidos, há uma relação quase incestuosa entre os grandes empresários – muitas vezes estelionatários, ou meros escroques – e o governo. E há o papel da imprensa, que primeiro bajula e depois acende a fogueira...
Serge Halimi
1º de agosto de 2002

Os laboratórios da mentira
Uma crônica sobre o envolvimento dos meios de comunicação no golpe de Estado de 12 de abril — e sobre os novos esforços da mídia para derrubar, em aliança com as elites, o governo eleito pelo povo
Maurice Lemoine
1º de agosto de 2002

Golpes Sem Fronteiras?
Em meio a um evidente jogo de interesses políticos, econômicos e financeiros – envolvendo grupos de comunicações e multinacionais – a organização Repórteres Sem Fronteiras defende, estranhamente, os golpistas
Maurice Lemoine
1º de agosto de 2002

O crime perfeito
Os meios de comunicação da Venezuela, porta-vozes informais da Igreja Católica, da oligarquia financeira, do empresariado, da burguesia branca e de um sindicato corrupto, preparam-se, agora, para um golpe perfeito
Ignacio Ramonet
1º de junho de 2002

Os senhores das redes
A comunicação tornou-se uma indústria pesada, comparável à siderurgia da segunda metade do século XIX, ou à do automóvel na década de 1920: é nesse setor que são feitos hoje os investimentos mais importantes
Ignacio Ramonet
1º de maio de 2002

Informar, vender e controlar
As empresas de comunicação se estruturam rapidamente como conglomerados multimídia, que incluem empresas de Internet, música, TV – tudo sob controle e vigilância do mercado
Dan Schiller
1º de maio de 2002

Um patrão à imagem de Deus
Jean-Marie Messier declara que o planeta é o seu domínio; e a organização do mundo, sua tarefa histórica. Sua ambição é o poder total; e o meio de alcança-lo, a comunicação
Frédéric Lordon
1º de maio de 2002

Pisando no acelerador
Para comentaristas e políticos do mundo ocidental, as negociações que resultaram da Conferência da Organização Mundial do Comércio em Doha “poderiam abrir caminho a um número incalculável de reformas, contribuindo para a abertura dos mercados”
Bernard Cassen, Frederic Clairmont
1º de dezembro de 2001

A Comuna de Paris chega às telas
Autor de alguns dos melhores filmes políticos das últimas décadas, o inglês Peter Watkins termina uma obra atraente tanto pelo tema quanto pela narrativa, que estimula o distanciamento e a crítica do espectador. A dúvida é: "La Commune" chegará ao Brasil?
Philippe Lafosse
12 de março de 2000

Apocalipse das mídias
Durante muito tempo a comunicação libertou, porque significava difusão do saber, do conhecimento e da razão contra as superstições e obscurantismos. Agora, impondo-se como obrigação absoluta, inundando todos os aspectos da vida social, política, econômica e cultural, ela exerce uma espécie de tirania. E tende a tornar-se uma das grandes superstições de nosso tempo
Ignacio Ramonet
12 de dezembro de 1999

Contra o jornalismo de mercado, incentivar a dissidência
Se o fim dos regimes policiais na Europa oriental e o desmoronamento dos dogmas referentes à natureza humana que lhes eram atribuídos nos ensinaram alguma coisa, não foi a necessidade de outro totalitarismo e outra tirania — a dos mercados financeiros. Foi o valor da dúvida e a necessidade urgente da dissidência.
Serge Halimi
12 de dezembro de 1999

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Caderno Brasil

» Palavra 43
» No referendo, o sinal para a virada
» O quebra-cabeças de Fernando Lugo
» De costas para Rondon
» Ai dos que crêem no Império
» Guerra e Paz
» Praias, pandeiros e limoncelos
» Palavra 42
» Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo
» O petróleo e o tempo
» Bom senso e bom gosto
» Palavra 41
» Memórias do Subdesenvolvimento, arte e revoluções
» Palavra 40
» Sene-Sene-Senegal
» Gilberto Gil: LadoA e LadoB
» O que é pedagógico?
» Imitar a "realidade" — e questionar seu valor...
» Consumidores, uni-vos!
» Palavra 39
» A alma do negócio
» Fernando Solanas: entre a Terra e as Nuvens, o Sonho
» Incertezas e cobiça sobre o petróleo do Brasil
» O Hip Hop nunca foi tão pop
» Palavra 38
» Os Quatrocentos do Sarau da Cooperifa
» Queer: política sexual do noise
» O universal e o latino-americano: diálogos entrecruzados
» Construir outro mundo, em meio à tempestade
» Palavra 37
» Escopeta não é chocalho
» Para ir além de minérios e agronegócio
» Em direção à luz?
» Imagens de um continente em busca de si mesmo
» "Meu bairro era pobre, mas ficava bem bonito metido num luar"
» Palavra 36
» Exército 3 x 0 Providência
» Mil vezes favela
» Em julgamento, a igualdade
» Adoção, comércio e poesia
» Josué de Castro, pensador indispensável
» Sapatos de pano contra o vazio de afetos
» Palavra 35
» Pequenos espaços, grandes problemas
» Leres em tilt
» Palavra 34
» Um passo à frente e você já não está mais no mesmo lugar
» Arigatô, monsieur
» Palavra 33
» Um quadro, três histórias
» Plano Nacional de Cultura: realidade ou ficção?
» Palavra 32
» Realidade, mentira ou Jogo de Cena?
» Diferentes platôs
» Salamaleque!
» Semeando asas na quebrada paulistana
» Futebol, tráfico de atletas e conivência do Estado
» A ópera, a guerra e a ressurreição russa
» Palavra 31
» Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor
» Roteiro de viagem
» Humildade, dignidade e proceder
» Palavra 30
» Por uma nova resistência palestina
» Mercenários brasileiros na Legião Estrangeira
» Carta aos conterrâneos, após a queda de Marina
» Em O ano 01, a força de 1968
» Calendário de inverno
» A revolução cultural dos motoboys
» Palavra 29
» Por uma pornografia livre
» Manos e Minas no horário nobre
» Palavra 28
» Eu x Zidane
» Dengue: quando ninguém é responsável
» Uma vida absurda, aceita como natural
» Zona do Crime, alienação e fascismo social
» Pequenas revoluções
» Palavra 27
» Todas as mulheres do mundo
» Lia de Itamaracá não conta no PIB
» Paris para crianças
» O desafio do pós-desenvolvimentismo
» A periferia na Virada e a virada da periferia
» A função racial da Universidade
» Palavra 26
» Sobre conversas e revoluções
» Provavelmente, Deus não é africano
» O modelo Nollywood
» Software livre, pós-capitalismo e... negócios
» "A democracia em que vivemos é hipocrisia"
» Os estupradores castos
» Protesto!
» Retratos da São Paulo indígena
» Palavra 25
» Olho grande sobre o urânio brasileiro
» Cultura, consciência e transformação
» Palavra 24
» Como falar francês sem falar francês
» A reinvenção do cinema e os jurássicos
» Esquizo versus trans?
» Banheiro do Papa: engajamento agridoce
» É tudo nosso!
» Palavra 23
» Personagens de todos nós
» A política no banco dos réus
» Pinga ni mim
» Sobre crises, hecatombes e ilusões
» Palavra 22
» O paradoxo do real
» Arte de rua, democracia e protesto
» Tibete, ameaça à China?
» Mein Führer, ousadia e frustração
» Pátria sem chuteiras
» A Bíblia de Gutenberg
» Nós somos o público
» Alô, Hugo
» As festas deles e as nossas
» Em defesa dos Territórios da Cidadania
» Um ano de volta para casa
» Greenaway dialoga com Rembrandt
» Em liquidação, a auto-estima
» Arte independente também se produz
» Palavra 21
» Chamem a juíza Karam!
» Uma "reforma" superficial e perigosa
» A Terceira Guerra Mundial
» A mudança indispensável
» Nas finanças, a doença da Saúde
» Nas quebradas, toca Raul
» Palavra 20
» A era das trocas par-a-par
» Filme debate o estado do mundo
» Padrões de uma beleza vulgar
» Procura-se pão francês
» Cuba e EUA, aproximação improvável
» Em busca do que é trans
» Palavra 19
» Dominação, petróleo e ideologia
» Hou Hsiao Hsien celebra a criação
» Houdini não foi a Buenos Aires
» Depois de Fidel, o quê?
» No mundo da cultura, o centro está em toda parte
» Palavra 18
» Caboclinho, subúrbio e maravilha
» A morte é para toda a vida
» Muito além da assistência estudantil
» A cultura hacker
» Guaranis: do jejuvy à palavra recuperada
» Do tambor ao toca-discos
» Palavra 17
» No fundo, a desigualdade
» Alexandra, o elemento perturbador
» Dom João VI, o AI-5 e a Resistência
» Vale a pena boicotar o IPTU?
» Palavra 16
» Pirapora, onde pulsa o samba paulista
» Carnaval com batida ecológica
» Gás natural na América do Sul: do conflito à integração possível
» Como se não fosse ficção
» Palavra 15
» São Paulo, 454: a periferia toma conta
» XXY aborda um tabu
» Prouni: qualidade é democracia
» Por que os bancos choram
» Palavra 14
» Garage: o mito do homem bom
» Um pacto para salvar o planeta
» Fogo sobre o Camboja
» Palavra 13
» California Dreamin’ e os absurdos do poder
» Ilusões do ambientalismo de mercado
» Aquecimento, corais e desbeleza
» 2007: a profecia se fez como previsto
» Bio-Renda e mobilização produtiva
» A revolução do Cine Falcatrua
» Suspiria, arte e sentidos
» Um mestre na periferia
» Palavra 12
» Por trás do jejum de Dom Cappio
» Em busca da ativação
» O retorno do(s) idiota(s)
» Os "poliglotas descalços"
» Tupi or not Tupi?
» No Natal, presente de grego
» Palavra 11
» Aonde vai o socialismo de Chávez?
» Palavra 10
» Pela Educação, Pedagogia e Cultura
» PIB: um indicador anacrônico
» A comunicação na encruzilhada
» Palavra 9
» Os bilhões que nos tomaram
» No meio de uma gente tão modesta
» Desenvolvido, porém muito desigual
» Meu combate pela Amazônia
» Colômbia: as vozes da guerra
» Caminhos da revolução digital
» Nicholas Spykman e a América Latina
» Palavra 8
» O ressentimento da tropa
» A nova tentação da eugenia
» Reforma universitária para que?
» Valei-me Santa Bárbara!
» América dos punhos sem renda
» A dor e a delícia de ser negro
» Para reinventar a emancipação social
» Palavra 7
» Por que ainda somos diferentes
» O gás que falta nos postos
» Apocalipse (Consumista) Now
» Onde mora a poesia
» O desafio do Open Social
» Palavra 6
» Sabores do cacau com consciência
» Para compreender a força de Lula
» Morrer e virar verde
» CPMF: muito além dos clichês
» Palavra 5
» O biscoito fino das quebradas
» A Copa (verde) do Mundo é Nossa!
» A paz invade o coração da Colômbia
» Para que as cidades ressuscitem
» Por que o Ocidente despreza o Islã
» Palavra 4
» Multidões inteligentes e
transformação do mundo

» Viagem a uma empresa utópica
» A arte rebelde do maestro Lutero
» O novo mosaico global,
visto por Fiori

» Palavra 3
» Muito além de Gutenberg
» A arte que liberta não pode vir
da mão que escraviza

» A Revolução das segundas-feiras
» Palavra 2
» Controlar as grandes empresas, para libertar a democracia
» Por trás dos links, as pessoas
» Diplô lança Palavra
» Tão bárbaros como Bush
» Outra economia, além do capital
» O paradigma da colaboração

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