Instituições Globalitárias
Como age a OMC
Cronologia das decisões que desfizeram os acordos entre países europeus e do Caribe, e permitiram às transnacionais bananeiras controlar o mercado
Phillippe Revelli
1º de maio de 2006
Os frutos do “livre” comércio
Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a natureza
Phillippe Revelli
1º de maio de 2006
Disputa em aberto
Duas forças opostas estarão em choque, na conferência da OMC. O capital quer ampliar a mercantilização do mundo; mas entre as sociedades, espalha-se a resistência
Bernard Cassen
1º de dezembro de 2005
A grande barganha
Ampliar a importação de produtos agrícolas. Mas exigir a abertura dos promissores mercados de serviços. Esta é estratégia das transnacionais do Norte, aplaudida por parte das elites e governos do Sul
Frédéric Viale
1º de dezembro de 2005
Alternativa: soberania alimentar
Duas propostas simples, para proteger os direitos dos agricultores (e não os do agronegócio). 1. Proibir todos os subsídios à exportação; 2. Permitir que os países estabeleçam livremente impostos de importação, em defesa do produtor nacional
Jacques Berthelot
1º de dezembro de 2005
"Livre" comércio, velha trampa
Uma seleção de frases históricas (e reveladoras) sobre os interesses que se escondem por trás da «liberalização» forçada dos mercados
1º de dezembro de 2005
Não façam o que eu faço
Enquanto EUA e União Européia subsidiam maciçamente sua agricultura, o Banco Mundial desmantela os sistemas nacionais de proteção aos produtores de algodão na África
Francis Kern, Tom Amadou
1º de dezembro de 2005
Glossário
Conheça o significado de alguns dos termos mais freqüentes no vocabulário da rodada de Doha
1º de dezembro de 2005
Contra-ataque neoliberal
Por trás de propostas debatidas sem alarde na OMC e União Européia, está uma nova tentativa de estimular a concorrência entre os trabalhadores, em favor do capital. Ainda é tempo de resistir
Bernard Cassen
1º de novembro de 2005
Um debate interditado
A discussão sobre a nova «Constituição» européia é esvaziada de conteúdo, para impedir que a população reconheça ali algo próximo de um arremedo dos estatutos do FMI ou da OMC
Bernard Cassen
1º de fevereiro de 2005
A Tailândia evitou o pior
Um ano antes do prazo, graças à rápida reconstituição de suas reservas monetárias, o país quitou, no início de agosto, sua dívida com o FMI e seu primeiro-ministro jura que eles nunca mais se tornarão “vítimas das forças do capital estrangeiro”
Philip S.Golub
1º de outubro de 2003
Rumo à liberalização geral
A cada dois anos, a reunião da conferência ministerial, instância suprema da OMC, atrai a atenção do mundo, mas é longe dos olhares dos manifestantes que se fazem as negociações que realmente interessam para os paladinos do livre comércio
Bernard Cassen
1º de setembro de 2003
O impacto sanitário de um embargo
Aprovados pela diretoria do BID, empréstimos dedicados a minimizar a catástrofe sanitária do Haiti foram bloqueados pela ação dos EUA e da União Européia por causa da crise política do país, num verdadeiro embargo que atinge a população mais vulnerável de todo o continente
Paul Farmer
1º de julho de 2003
Um clube de ricos altamente contestado
Criado para possibilitar a cooperação entre os países ricos – e em última instância para governar o planeta – o G8 está diante de uma nova situação, marcada pelas tensões da guerra do Golfo e pelo crescimento, a cada ano, de movimentos de contestação
Gustave Massiah
1º de maio de 2003
Erupção anunciada do vulcão boliviano
Demonstrando o esgotamento do sistema, policiais, movimentos sociais e a população tomam as ruas contra imposto lançado para atender exigências do FMI e quase derrubam presidente Sánches Lozada, eleito com somente 22% dos votos
Walter Chavez
1º de maio de 2003
Parceria duvidosa para a África
A Nova Parceria para o Desenvolvimento Africano (Nepad) pode manter a África na periferia do mundo, reproduzindo os esquemas de um tipo de desenvolvimento do qual as populações interessadas não tiram qualquer vantagem
Agnès Sinai
1º de dezembro de 2002
Retrato do Banco Mundial
Com informações precisas sobre as necessidades dos países mais pobres do mundo, a quem concede empréstimos, o Banco Mundial dispõe de um imenso poder sobre o planeta. Sua missão pode parecer franciscana. Mas quem decide são os banqueiros
Jean Ziegler
1º de outubro de 2002
Viva a crise política!
O princípio da representação política e o voto universal, símbolos maiores da democracia, perdem o sentido quando “exigências” externas – da União Européia, da OMC, do mercado – limitam, e até impedem, o exercício do poder político
Anne-Cécile Robert
1º de junho de 2002
O confisco da soberania popular
Existe sentido nas eleições francesas depois da Cúpula de Barcelona? As questões fundamentais para os cidadãos já foram resolvidas, não no Parlamento, em Paris, mas no encontro de chefes de Estado e de governo da União Européia
Bernard Cassen
1º de abril de 2002
FMI: a Etiópia como prova
Conhecido em todo o mundo ao demitir-se do Banco Mundial, Nobel de Economia no ano passado, Joseph Stiglitz relata, num novo livro, suas disputas com o Fundo Monetário. O caso da Etiópia é especialmente ilustrativo
Joseph E. Stiglitz
1º de abril de 2002
A queda-de-braços do alumínio
A disputa mostrou que, se houver conflito entre princípios e interesses privados, os EUA cederão aos segundos
Joseph E. Stiglitz
1º de abril de 2002
O verdadeiro eixo do mal
O eixo maléfico – o FMI, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio – continua a impor ao mundo a ditadura do mercado, a supremacia do setor privado, o culto ao lucro, provocando, no planeta inteiro, uma terrível devastação
Ignacio Ramonet
1º de março de 2002
O abandono da Universidade
A crise no ensino superior africano, majoritariamente público, tem origem nas reformas econômicas ditadas pelos organismos internacionais, que receitam redução dos salários, supressão das bolsas de estudo e demissões
Aghali Abdelkader
1º de março de 2002
O naufrágio do “modelo FMI”
Ao recusar um empréstimo de 1,264 bilhão de dólares ao governo argentino, o FMI desencadeou uma crise sem precedentes. Desafiando o estado de sítio, os argentinos foram às ruas, em massa, e forçaram a renúncia do governo e do presidente
Carlos Gabetta
1º de janeiro de 2002
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