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ONU

Washington brinca com o fogo na Somália
Temendo um novo Afeganistão, os Estados Unidos empreenderam em 2007 uma guerra por procuração, recrutando a Etiópia para desalojar do poder a União dos Tribunais Islâmicos. Mas a ação reacende velhos conflitos regionais e ameaça desestabilizar ainda mais o mundo muçulmano
Philippe Leymarie
15 de fevereiro de 2008

Uganda põe o TPI à prova
Num de seus primeiros inquéritos, o Tribunal Penal Internacional depara-se com um dilema. Deve levar até o fim o processo contra os praticantes de um massacre? Ou é possível esquecer seus crimes, se isso abrir caminho para a paz?
André-Michel Essoungou
27 de julho de 2007

Mudança pela metade
Quais os poderes e limites do novo Conselho de Direitos Humanos — único resultado efetivo da "reforma das Nações Unidas", proposta com alarde, mas bloqueada até o momento
Philippe Texier
19 de outubro de 2006

Fukuyama, neoconservador arrependido?
Em seu mais recente livro, o formulador da hipótese de “fim da História” critica duramente o governo Bush, reconhece o papel dos Estados nacionais e admite que o poder dos EUA tem limites
Hubert Védrine
6 de setembro de 2006

Dois pesos, duas medidas
Na maior parte dos países do Ocidente, a opinião pública enxerga os conflitos no Oriente Médio por meio de lentes embaçadas. É como se a vida de um palestino valesse dez vezes menos que a de um judeu
Dominique Vidal
6 de setembro de 2006

Do banco dos réus ao Conselho de Segurança
Que estranhos motivos levam Washington a apoiar, como candidato ao órgão mais poderoso da ONU, um dos países latino-americanos que mais viola os direitos humanos?
Paola Ramírez Orozco-Souel
6 de setembro de 2006

Controlar a Internet
É hora de exigir que o ICANN, administrador da rede, deixe de depender de Washington - e se transforme num organismo independente ligado às Nações Unidas
Ignacio Ramonet
1º de novembro de 2005

Quem tem medo da diversidade cultural
Uma nova convenção da Unesco pode estabelecer o direito das sociedades a defender suas culturas – inclusive contra as ameaças da homogenização e do mercado. Como seria de se esperar, os EUA são contra...
Armand Mattelart
1º de outubro de 2005

Para nos salvar do inferno
Ao completar 60 anos, a ONU tem pela frente um desafio: como recuperar, em meio à hegemonia norte-americana, os princípios da Carta de 1945, que proclamava a primazia do direito e a soberania dos povos?
Samantha Power
1º de setembro de 2005

Segurança coletiva, o sonho desfeito
A volta à cena, de forma espetacular, da guerra unilateral mostra que a ONU fracassou na busca do equilíbrio internacional
Olivier Corten
1º de setembro de 2005

Com a palavra, os países do sul
Hugo Ruiz-Diaz*
Hugo Ruiz-Diaz
1º de setembro de 2005

Por uma organização da comunidade mundial
Como fundar uma organização mundial realmente engajada na defesa do bem comum dos povos e, principalmente, capaz de limitar o poder das grandes potências?
Monique Chemillier-Gendreau
1º de setembro de 2005

A direita americana ataca a ONU
Um conveniente escândalo foi armado para desacreditar as Nações Unidas e seu trabalho de minimizar as conseqüências trágicas do embargo imposto ao Iraque durante doze anos
Joy Gordon
1º de fevereiro de 2005

Após o tsunami
Cada catástrofe revela, em lente de aumento, o desespero estrutural dos mais pobres. Por que não aproveitar a atual comoção universal para exigir a implementação imediata da taxa internacional de solidariedade apresentada à ONU em setembro passado?
Ignacio Ramonet
1º de janeiro de 2005

Oportunidade perdida para os cipriotas
Os cipriotas gregos rejeitaram em plebiscito o plano de reunificação proposto pelas Nações Unidas e perderam, assim, a grande chance de ver a ilha unificada e boa parte dos refugiados de volta. E põem em cheque o futuro, que só pode existir com o norte o sul vivendo em paz
Niels Kadritzke
1º de maio de 2004

O difícil denominador comum
Antes da realização da Cúpula de Genebra, em dezembro, as três conferências preparatórias já anunciavam o confronto entre os governos, as agências das Nações Unidas, o setor privado e a sociedade civil a ponto de abalar a credibilidade dos discursos encantados sobre a chamada “revolução da informação”
Armand Mattelart
1º de dezembro de 2003

Niilismo
O ataque que destruiu a sede das Nações Unidas demonstrou a limitação intelectual e o comportamento criminoso dos responsáveis pela ação, que podem ter provocado, com isso, o fortalecimento da posição norte-americana na região
Alain Gresh
1º de setembro de 2003

A questão diversidade cultural
O objetivo francês é o de chegar a um instrumento jurídico internacional sobre a diversidade cultural, ou seja, uma convenção. Quem se poderia opor a objetivo tão sensato? Na verdade, forças muito poderosas, a começar pelos Estados Unidos
Bernard Cassen
1º de setembro de 2003

PNUD reconhece recuos
Chefes de Estado de 189 países reunidos durante a Cúpula das Nações Unidas em 2000 definem os « Objetivos do Milênio » reconheceendo os recuos da globalização e que a pobreza é frequentemente um problema político
Ricardo Petrella
1º de agosto de 2003

ONU: a bússola disponível para o mundo
As Nações Unidas devem ser melhoradas para se adaptar à realidade. Mas seus detratores erram ao vê-la com uma caricatura burocrática, prejudicial e ineficaz. Termômetro do mundo, deve ser articulada com organizações multilaterais regionais
Amara Essy
1º de julho de 2003

Rumo a um Conselho de Segurança Econômico e Social
A ONU se tornou um instrumento indispensável para a gestão de problemas diversos e a garantia da multilateralidade. Falta agora implantar uma espécie de Conselho de Segurança Social e Econômica que incentivaria o respeito às suas normas
Stéphane Hessel
1º de julho de 2003

O passo a passo da crise mundial
A necessidades de tempo para reunir tropas na região do Iraque e a decisão de Bush de se submeter às Nações Unidas favoreceram a oposição mundial à guerra e o crescimento da crítica à hegemonia norte-americana
Paul-Marie de La Gorce
1º de abril de 2003

A Liga das Nações está morta, viva a ONU...
A Liga das Nações nasceu em 1919 com os EUA desejando administrar o mundo – como nesse início de terceiro milênio. Esvaziada no fim da Segunda Guerra, é sucedida pela ONU, que logo manifestaria a mesma impotência em relação a questões de desarmamento
Marc Ferro
1º de abril de 2003

O mundo segundo Washington
Três características definem o novo paradigma da construção do Império que os Estados Unidos procuram nos impor: um unilateralismo crescente, uma subversão profunda das regras internacionais e uma militarização sistemática das divergências
Sami Naïr
1º de fevereiro de 2003

O grande salto para trás
Referência cultural do mundo árabe, o Iraque vem assistindo à devastação de boa parte de sua história pelo boicote imposto pelas Nações Unidas em 1991: aumento da mortalidade infantil, do analfabetismo, da evasão escolar, da criminalidade, da corrupção...
1º de janeiro de 2003

A razão do mais forte
Com o fim da guerra fria, os Estados Unidos adotaram o conceito de ’rogue States’ (Estados delinqüentes) para designar países que desafiam a sua hegemonia. Ao fazê-lo, no entanto, extrapolam do abuso do poder e tornam-se, eles próprios, um ’rogue State’
Jacques Derrida
1º de janeiro de 2003

Uma ONU refém de Washington
O argumento de legítima defesa contra o Iraque é injustificável. Não existe ameaça alguma plausível dirigida contra os Estados Unidos e nenhuma prova da ligação do regime iraquiano com a ameaça representada pela Al-Qaida
Richard Falk
1º de dezembro de 2002

Por uma ordem pública mundial
Os povos ganham as guerras por força das idéias e pelo surgimento de uma mudança da norma jurídica com a afirmação do direito de dispor de si mesmos. Seria esse o caminho para pôr fim à nova etapa de um imperialismo unilateral?
Monique Chemillier-Gendreau
1º de dezembro de 2002

Dois pesos e duas medidas
Os Estados Unidos impuseram, no mês passado, a destruição dos programas de armamento do Iraque sob a alegação de que aquele país violara uma resolução da ONU. Antes desse episódio, resoluções da ONU haviam sido violadas 91 vezes...
Serge Halimi
1º de dezembro de 2002

Em nome do patrimônio mundial
A Organização das Nações Unidas para as Ciências, a Educação e a Cultura (Unesco) lança este mês uma campanha para a salvaguarda e proteção do patrimônio mundial. A lista de lugares e monumentos considerados “em perigo”, não cessa de crescer
Roland-Pierre Paringaux
1º de outubro de 2002

Salvar o planeta
Ao destruírem o mundo natural, os homens tornaram a Terra um lugar cada vez menos habitável. É fundamental que se aprovem, em Johannesburgo, pelo menos sete decisões cruciais
Ignacio Ramonet
1º de agosto de 2002

Como preservar as florestas?
A proteção dos recursos naturais merece mais que reuniões pomposas, muitas vezes arranjadas de última hora. A cúpula mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável, de 26 de agosto a 4 de setembro na África do Sul, periga não chegar a grandes resultados
Gerard Sournia
1º de agosto de 2002

Economia louca e “matadores loucos”
Vez por outra, nos últimos vinte anos, um louco entra num Parlamento ou num campus universitário e mata dezenas de pessoas, suicidando-se em seguida. Estariam os patrões-especuladores de hoje, como os “matadores loucos”, roubando e destruindo as riquezas dos povos para se destruírem depois?
Denis Duclos
1º de agosto de 2002

A OMS nos braços do mercado
Desde sua posse em maio de 1988, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, anunciou os princípios que orientariam sua gestão: seduzir os Estados Unidos e os mercados financeiros. Cumpriu
Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

Uma instituição debilitada
As contribuições voluntárias que financiam ações bilaterais (cerca de 60% do orçamento total) escapam ao controle do Conselho Executivo e tornam a OMS cada vez mais dependente de seus principais doadores, basicamente o setor privado
Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

Cinco anos perdidos
Com a saída da OMS de Jonathan Man, um homem notável, a luta contra a AIDS (22 milhões de mortos em 20 anos) só seria retomada cinco anos depois, com a criação de um novo organismo das Nações Unidas, a Onusida.
Jean-Loup Herbert
1º de julho de 2002

Golpe químico made in USA
A independência e a obstinação em cumprir com suas obrigações de inspecionar usinas químicas, principalmente norte-americanas, do diplomata brasileiro José Maurício Bustani, que dirigia a Opaq, foram longe demais para G. W. Bush
Any Bourrier
1º de julho de 2002

Uma Convenção recente
Nada é tão fácil dissimular quanto alguns dos ingredientes de uma arma química, seja fabricando-os em lugares separados ou montando-os, clandestinamente, no último momento
Any Bourrier
1º de julho de 2002

O nascimento de um país
Reconstruído a partir de zero – a invasão por tropas indonésias em 1975, treinadas pelo exército norte-americano, deixou um saldo de 200 mil mortos (um terço da população) e o território arrasado – surge um novo país, com muitas esperanças
Any Bourrier
1º de junho de 2002

Do uso adequado do Tribunal Penal Internacional
O TPII é um instrumento de justiça, reconciliação e verdade de uso delicado e com potencialidade duvidosa. Esquecer disso pode ser um engano terrível
Xavier Bougarel
1º de abril de 2002

Fiasco em Haia
O Tribunal Penal Internacional sobre a Iugoslávia (TPII) caminha rapidamente para a desmoralização. Ele procurou ocultar que outros, além de Milosevic, cometeram crimes, quas sempre com a cumplicidade ocidental
Catherine Samary
1º de abril de 2002

O julgamento da História iugoslava
Ao atribuir a um único homem a responsabilidade pelos crimes cometidos por dirigentes de todas as etnias na ex-Iugoslávia, o tribunal montado em Haia pode ter dado um tiro no pé. Não é à toa que, até agora, a popularidade de Milosevic só aumentou
Catherine Samary
1º de abril de 2002

Tensão no nordeste da África
Depois do Afeganistão, o Sudão – e principalmente a Somália – correm o risco de ser objeto da atenção dos EUA, mobilizados em sua “represália” planetária. A “guerra mundial contra o terrorismo” poderá também afetar a missão da Força de Paz da ONU
Jean-Louis Peninou
1º de dezembro de 2001

Um desastre total
Balanço de 10 anos de neoliberalismo: do 60º lugar no índice de desenvolvimento humano da ONU (PNUD) em 1990, a Nicarágua passou, em 1999, para o 116º; o poder aquisitivo dos salários caiu pela metade: a dívida externa duplicou
François Houtart
1º de dezembro de 2001

A capitulação da ONU
Ao considerar os ataques de 11 de setembro “uma ameaça à paz e à segurança internacionais”, o Conselho de Segurança assume a confusão introduzida por George W. Bush e assina sua capitulação diante dos Estados Unidos
Monique Chemillier-Gendreau
1º de novembro de 2001

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» Praias, pandeiros e limoncelos
» Palavra 42
» Na Bienal do Livro, um roteiro alternativo
» O petróleo e o tempo
» Bom senso e bom gosto
» Palavra 41
» Memórias do Subdesenvolvimento, arte e revoluções
» Palavra 40
» Sene-Sene-Senegal
» Gilberto Gil: LadoA e LadoB
» O que é pedagógico?
» Imitar a "realidade" — e questionar seu valor...
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» Fernando Solanas: entre a Terra e as Nuvens, o Sonho
» Incertezas e cobiça sobre o petróleo do Brasil
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» Queer: política sexual do noise
» O universal e o latino-americano: diálogos entrecruzados
» Construir outro mundo, em meio à tempestade
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» Escopeta não é chocalho
» Para ir além de minérios e agronegócio
» Em direção à luz?
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» Palavra 36
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» Mil vezes favela
» Em julgamento, a igualdade
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» Josué de Castro, pensador indispensável
» Sapatos de pano contra o vazio de afetos
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» Pequenos espaços, grandes problemas
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» Do tambor ao toca-discos
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» Carnaval com batida ecológica
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» XXY aborda um tabu
» Prouni: qualidade é democracia
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» Garage: o mito do homem bom
» Um pacto para salvar o planeta
» Fogo sobre o Camboja
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» Aquecimento, corais e desbeleza
» 2007: a profecia se fez como previsto
» Bio-Renda e mobilização produtiva
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» Um mestre na periferia
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» Caminhos da revolução digital
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» Para reinventar a emancipação social
» Palavra 7
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» A paz invade o coração da Colômbia
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» Por que o Ocidente despreza o Islã
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