Reconversão dos países “socialistas”
O ano 1 da esquerda
Depois da derrota eleitoral na França, paremos tudo e repensemos. É preciso começar pelo retorno ao que seria a raiz do conflito entre a esquerda e a direita, que não se traduz por “valores”, mas pela questão fundamental do controle da economia
(Na internet, a partir de setembro)
Jean Bricmont
13 de agosto de 2007
"Polônia solidária" contra "Polônia liberal"
Eleita há um ano, com base em slogans que valorizavam a tradição igualitária do país, a coalizão de direita logo mostrou seu viés pró-mercado e autoritário. Seu desgaste se aprofunda, ainda que não tenha surgido uma alternativa viável
Dariusz Zalega
12 de setembro de 2006
Desigualdade, guerra e... resistências
Um mosaico da Rússia de Putin, onde o poder esconde as políticas de concentração de riquezas por trás de uma retórica nacionalista e de guerra. Diante da impotência da oposição, surgem novos movimentos sociais
Carine Clement
1º de novembro de 2005
“Revoluções” à moda do Leste
Uma radiografia das revoltas populares que derrubaram governos autoritários na Europa Oriental e Ásia Central – mas colocaram no poder outros setores das elites e não asseguraram a liberdade
Vicken Cheterian
1º de novembro de 2005
Entre o nacionalismo e o islamismo
Nos cinco estados da Ásia Central que foram parte da União Soviética, a independência nacional não significou democracia ou desenvolvimento econômico
Vicken Cheterian
1º de fevereiro de 2005
Uma história atormentada
1º de outubro de 2004
A metamorfose da propriedade da terra
Desde a colonização francesa e apesar da nova legislação fundiária, aprovada em 2001, as leis e as práticas em relação à terra impedem os pobres do Camboja de terem acesso de fato à propriedade jurídica, mantendo sua vulnerabilidade à expulsões
Sébastien de Dianous
1º de outubro de 2004
Os condenados da terra do Camboja
A terra era a única riqueza nas mãos dos camponeses cambojanos. Nos últimos anos, a especulação imobiliária e a inércia governamental têm promovido o aumento assustador dos sem-terras assim como do fosso entre as populações da cidade e do campo
Cronologia
Sébastien de Dianous
1º de outubro de 2004
A União Soviética em treze datas
1º de março de 2004
Entre a nostalgia soviética e o novo patriotismo
A nostalgia da URSS e sua reavaliação pela população é um fato, mas numa realidade que não permite mais um retorno ao ’sovietismo’. A liquidação do sistema social soviético, as privações, o papel do dinheiro e as pressões do mundo globalizado atingiram um ponto em que não há mais volta.
CRONOLOGIA
Jean-Marie Chauvier
1º de março de 2004
Novas páginas da história
Nos livros, os russos buscam também discutir suas relações com o passado e revisitar seu presente
Jean-Marie Chauvier
1º de março de 2004
Escalada ultranacionalista
Cortejadas pelos ocidentais durante os anos 90, as oposições democráticas balcânicas pretendiam romper com o nacionalismo, ?normalizar? seus respectivos países e direcioná-los para a via da reaproximação com a União Européia. Hoje a extrema direita toma seu lugar.
Jean-Arnault Dérens
1º de março de 2004
Os filhos da privatização chegam ao poder
Quatro eleições, maculadas por fraudes, abalaram Geórgia, Armênia e Azerbaidjão, revelando que, apesar do fim do regime soviético, o poder nunca mudou através das urnas e a política continua sendo o reino de alguns raros privilegiados
Vicken Cheterian
1º de janeiro de 2004
A doença do neoliberalismo
Em pouco mais de dez anos, o materialismo (não tão dialético) de ontem deu lugar, na Polônia, ao materialismo (este, bem concreto) do rei-dinheiro de hoje. O resultado não é promissor: uma nação decadente, à mercê da corrupção, beirando o limiar da pobreza
Bernard Margueritte
1º de outubro de 2002
A dura busca por reconhecimento
Pleiteando a integração à Europa, a Albânia vive uma crise de identidade, além de econômica: os albaneses não são germânicos, nem latinos, nem eslavos, nem gregos, nem turcos. Além disso, o país está na rota de todos os tráficos, de todas as máfias
Nils Andersson
1º de junho de 2002
Omertà à moda alemã
No poder durante quase todo o pós-guerra, autoproclamada criadora do Estado alemão moderno e condutora do processo de reunificação, a CDU sobreviverá ao escândalo que envolveu Helmut Kohl. Para isso, porém, foi obrigada a sacrificar o antigo chanceler e a adotar a "lei do silêncio" dos mafiosos
Christian Semler
12 de abril de 2000
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