Reforma da ONU
Mudança pela metade
Quais os poderes e limites do novo Conselho de Direitos Humanos — único resultado efetivo da "reforma das Nações Unidas", proposta com alarde, mas bloqueada até o momento
Philippe Texier
19 de outubro de 2006
Para nos salvar do inferno
Ao completar 60 anos, a ONU tem pela frente um desafio: como recuperar, em meio à hegemonia norte-americana, os princípios da Carta de 1945, que proclamava a primazia do direito e a soberania dos povos?
Samantha Power
1º de setembro de 2005
Com a palavra, os países do sul
Hugo Ruiz-Diaz*
Hugo Ruiz-Diaz
1º de setembro de 2005
Por uma organização da comunidade mundial
Como fundar uma organização mundial realmente engajada na defesa do bem comum dos povos e, principalmente, capaz de limitar o poder das grandes potências?
Monique Chemillier-Gendreau
1º de setembro de 2005
A África e a reforma das Nações Unidas
Em julho, a Líbia foi sede de duas reuniões da União Africana para definir uma posição comum sobre a reforma das Nações Unida e um eventual assento do continente no Conselho de Segurança, questão maior para a afirmação da África na cena mundial
Delphine Lecoutre
1º de julho de 2005
Elogio ao senso comum
A luta pela democracia no mundo não deveria se iniciar pela democratização dos organismos que se chamam internacionais? O que opina o senso comum? Não está previsto que opine. O senso comum não tem voto nem tem voz
Eduardo Galeano
1º de agosto de 2004
ONU: a bússola disponível para o mundo
As Nações Unidas devem ser melhoradas para se adaptar à realidade. Mas seus detratores erram ao vê-la com uma caricatura burocrática, prejudicial e ineficaz. Termômetro do mundo, deve ser articulada com organizações multilaterais regionais
Amara Essy
1º de julho de 2003
Rumo a um Conselho de Segurança Econômico e Social
A ONU se tornou um instrumento indispensável para a gestão de problemas diversos e a garantia da multilateralidade. Falta agora implantar uma espécie de Conselho de Segurança Social e Econômica que incentivaria o respeito às suas normas
Stéphane Hessel
1º de julho de 2003
A Liga das Nações está morta, viva a ONU...
A Liga das Nações nasceu em 1919 com os EUA desejando administrar o mundo – como nesse início de terceiro milênio. Esvaziada no fim da Segunda Guerra, é sucedida pela ONU, que logo manifestaria a mesma impotência em relação a questões de desarmamento
Marc Ferro
1º de abril de 2003
Por uma ordem pública mundial
Os povos ganham as guerras por força das idéias e pelo surgimento de uma mudança da norma jurídica com a afirmação do direito de dispor de si mesmos. Seria esse o caminho para pôr fim à nova etapa de um imperialismo unilateral?
Monique Chemillier-Gendreau
1º de dezembro de 2002
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