1
É preciso questionar a democracia para podermos reiventá-la e não permitir que seja pervertida pelo poder econômico e financeiro que não é nem eleito pelo voto popular nem controlado pelos cidadãos
José Saramago
1º de agosto de 2004
Elogio ao senso comum
A luta pela democracia no mundo não deveria se iniciar pela democratização dos organismos que se chamam internacionais? O que opina o senso comum? Não está previsto que opine. O senso comum não tem voto nem tem voz
Eduardo Galeano
1º de agosto de 2004
A finitude de nosso domínio
Participamos de uma mudança de era e a escolha da direção só pode ser coletiva e incluir os que estão para nascer. É necessário, portanto, implantar estruturas de governabilidade planetária e substituir a competição pela emulação e a cooperação
Albert Jacquard
1º de maio de 2004
Os dez anos da rebelião zapatista em Chiapas
Em janeiro de 1994 a notícia da sublevação zapatista obteve eco internacional, vital à insólita rebelião dos esquecidos pelo “milagre mexicano”. Desde então, o zapatismo teve o êxito de influenciar profundamente os espíritos, muito além do México
Cronologia
Bernard Duterme
1º de janeiro de 2004
Uma década de guerrilha
1º de janeiro de 2004
O quinto poder
O Observatório Internacional da Mídia é a nova arma cívica para enfrentar o novo superpoder dos grandes meios de comunicação de massa que impõem, em matéria de informação, uma única lógica – a do mercado – e uma única ideologia – a do pensamento neoliberal
Ignacio Ramonet
1º de outubro de 2003
A revolução pelo direito
O direito internacional existente baseia-se na lógica da soberania dos Estados, que foi subvertida pelo processo de globalização. A jurista Chemillier-Gendreau, propõe uma revolução pelo direito, rumo à democracia
Chistian de Brie
1º de agosto de 2002
Por uma democracia absoluta!
No lastro do fracasso da esquerda social-democrata e do avanço da direita, a nova esquerda italiana busca seus caminhos
Antonio Negri
1º de agosto de 2002
Conversa com sindicalistas
Em Atenas, num encontro com sindicalistas e pesquisadores, Pierre Bourdieu fez seu último discurso público (leia abaixo). Um dos mais importantes intelectuais franceses – e mundiais – Bourdieu foi sempre polêmico: “Não há democracia sem contra-poder crítico”, dizia
1º de fevereiro de 2002
Por uma democracia global
A globalização não é um fenômeno pré-determinado, e não implica em nenhuma fatalidade. Ao invés de ser dirigida pelos mercados, ela poderia abrir caminho para formas de democracia planetária que resgatem, através de soluções inéditas, a arte da associação
Jean Tardif
12 de abril de 2000
Palavras-chave no mesmo grupo
[temas atuais]
Outros grupos de palavras-chave