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6 de novembro de 1917: Chefiados por Vladimir Illitch Oulianov (Lenin), os bolcheviques tomam o poder.
30 de dezembro de 1922: Constituição da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
21 de janeiro de 1924: morte de Lenin. Joseph Djougachvili (Stalin) o substitui e dá início à coletivização do campo e à industrialização acelerada.
1 de dezembro de 1934: o assassinato do dirigente comunista Serguei Kirov dá início a uma repressão sangrenta. Os processos de Moscou serão acompanhados de centenas de milhares de prisões e de deportações.
21 de junho de 1941 a maio de 1945: agressão hitlerista. Defensiva até a vitória de Stalingrado (fevereiro de 1943), a Grande Guerra patriótica conduzirá o Exército Vermelho até Berlim, à custa de 20 milhões de mortos.
5 de março de 1953: morte de Stalin. Depois de Georgii Malenkov, Nikita Khrouchtchev assume em setembro a chefia do partido.
Fevereiro de 1956: XX Congresso do Partido Comunista; Nikita Kruchóv denuncia os crimes de Stalin. Esse degelo é acompanhado por confusas tentativas de revoltas.
Outubro de 1956: o exército russo reprime a insurreição de Budapeste.
15 de outubro de 1964: uma comissão de três pessoas chefiada por Leonid Brejnev assume a chefia do PCUS.
21 de agosto de 1968: intervenção militar no Pacto de Varsóvia na Checoslováquia para acabar com a Primavera de Praga.
Março de 1985: depois dos secretários gerais de transição Yuri Andropov e Konstantin Chernenko, Mikhaïl Gorbatchev assume a chefia do PCUS e dá início à perestroïka (reestruturação) e a glasnost (transparência).
21 de agosto de 1989: o golpe militar conservador abortado acelera a ascenção de Boris Yeltsin, eleito em junho presidente da Rússia.
8 de dezembro de 1991: os presidentes da Rússia, da Ucrânia e da Bielorússia constatam, em Minsk, que a União soviética “não existe mais”.