Jornalismo Crítico | Equipe | Copyleft | Contato | Escreva | Edição Impressa | Assinaturas
Uma iniciativa


Já nas bancas



Reflexões sobre o consumo responsável
Resenha | Comprar

Edições anteriores

Alternativas ao aquecimento global
Resenha | Comprar

Caminhos para uma comunicação democrática
Índice | Comprar

A disputa pelo ouro azul
Índice | Comprar

Alca: o jogo duro do império
Índice | Comprar

novembro 2006


DOSSIÊ ESTADOS UNIDOS
SETE TEXTOS SOBRE OS SINAIS DE DECLÍNIO DO IMPÉRIO AMERICANO

Retratos do Império, quando decadente
Temidos por seu poder e cobiça, os EUA foram também admirados, durante décadas, por sua democracia e mobilidade social. Serge Halimi sustenta que esta ilusão acabou. Para ele, vinte anos de neoliberalismo dividiram a sociedade em castas, e a política foi soterrada pelo marketing
Serge Halimi

Abu Ghraib no coração dos EUA
Relatórios oficiais sobre a tortura no Iraque revelam algo assustador: atrocidades permaneceram impunes por meses, porque foram consideradas banais. Também nas prisões norte-americanas, está se tornando comum torturar, humilhar e impor tratamentos degradantes
Avery F. Gordon

A cara do "novo" capitalismo
Como a General Electric, símbolo de poder industrial e inovação no século 20, demitiu, deslocalizou a produção e financeirizou-se... mas não conseguiu superar suas graves debilidades. Um caso emblemático da regressão neoliberal
Olivier Vilain

Um publicitário chamado Ronald Reagan
Nos anos 1950, um ator de Hollywood e futuro presidente dos EUA cruzou várias vezes o país para construir uma imagem positiva da GE entre as famílias norte-americanas e os próprios funcionários da empresa
Serge Halimi

Da torradeira à fibra ótica
Nos tempos dourados, a GE ajudou a mudar a vida quotidiana de bilhões de pessoas

Números e braços da GE
Um faturamento maior que o PIB da Argentina; uma participação dos ramos financeiros que já rivaliza com a dos industriais

A máquina de fabricar histórias
Radiografia do "storytelling", o método que procura reduzir questões complexas a histórias de vida e que, depois de conquistar a Casa Branca, espraia-se para o mundo dos negócios, as ciências sociais, o universo da internet e as próprias identidades pessoais
Christian Salmon

DOSSIÊ ÁSIA
QUATRO TEXTOS SOBRE NOVAS TURBULÊNCIAS NO "CONTINENTE DE SÉCULO 21"

Ásia sob tensão
Ofuscada pelo teste nuclear da Coréia do Norte, a posse do novo primeiro-ministro japonês é um fato perturbador, numa das regiões mais perigosas do mundo. Membro de um clã de direita, Shinzo Abe encarna o retorno ao militarismo nipônico, agora abençoado por Washington
Ignacio Ramonet

Por que a Coréia explodiu a bomba
Assustada com as ameaças dos EUA, e interessada em garantir sua segurança sem depender da China, Pyongyang enxergou, no desgaste de Washington com duas guerras simultâneas, uma janela de oportunidade excepcional
Dingli Shen

Cronologia Coréia do Norte
Uma trajetória de idas e vindas, até a primeira explosão nuclear

Bancoc sob o cetro de Sua Majestade
Golpe de Estado e queda de Thaksin Shinawastra, o primeiro-ministro bilionário revelam um país ainda controlado pelo rei e pelos militares
André Boucaud, Louis Boucaud

Por dentro do labirinto birmanês
Dois jornalistas num dos países mais fechados do mundo. Ditadura, corrupção, lutas secretas pelo poder — e uma influência crescente do poderoso vizinho chinês
André Boucaud, Louis Boucaud

Em busca das nascentes do capitalismo
Seria o sistema sob o quel vivemos uma conseqüência natural da propensão do ser humano a dividir trabalho e trocar? Para fugir deste conto de fadas, Alain Bihr sai em busca das origens do capital — e o identifica como algo que tem início e fim, como toda criação humana
Alain Bihr

A África sonha com a "segunda independência"
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, "democracias FMI", emigração e miséria
Anne-Cécile Robert

Oaxaca resiste
Num estado empobrecido do México, movimentos sociais enfrentam paramilitares e exército e propõem, como alternativa ao governador corrupto, um regime de assembléias populares
Anne Vigna

Tempo de viver, tempo de morrer
A morte não é contrário da vida, e sim sua a conseqüência. Ao não admitirem este fato, e não legalizarem a eutanásia, os Parlamentos impõem a seres humanos sofrimentos cruéis e permitem que os médicos tenham, na prática, o direito de matar
Maurice T. Maschino

A Europa já aceita a morte digna
Holanda, Bélgica, Suíça, Espanha... Os bons resultados nos países que reconhecem (e regulamentam) a eutanásia contrariam previsões catastrofistas, rompem preconceitos, arrefecem a própria oposição das igrejas. No lugar de um tabu, surge um direito
Maurice T. Maschino

Planeta Diplô
O "Le Monde Diplomatique" ultrapassa a marca de 60 edições internacionais. Mais globalizado que qualquer outra publicação, o jornal orgulha-se de seus laços com o altermundialismo
Dominique Vidal


BIBLIOTECA LMD

» por tema
» por país
» por autor

BOLETIM


digite seu endereço internet e receba nosso boletim

Caderno Brasil

» O petróleo e o tempo
» Bom senso e bom gosto
» Palavra 41
» Memórias do Subdesenvolvimento, arte e revoluções
» Palavra 40
» Sene-Sene-Senegal
» Gilberto Gil: LadoA e LadoB
» O que é pedagógico?
» Imitar a "realidade" — e questionar seu valor...
» Consumidores, uni-vos!
» Palavra 39
» A alma do negócio
» Fernando Solanas: entre a Terra e as Nuvens, o Sonho
» Incertezas e cobiça sobre o petróleo do Brasil
» O Hip Hop nunca foi tão pop
» Palavra 38
» Os Quatrocentos do Sarau da Cooperifa
» Queer: política sexual do noise
» O universal e o latino-americano: diálogos entrecruzados
» Construir outro mundo, em meio à tempestade
Mais textos


Blog da redação

» Dois olhos, dois ouvidos e uma boca só: Fórum revive a função social da reportagem
» Documento base l Fórum Mídia livre
» Canal*Motoboy: o retrovisor do mundo cão
» (Des)conferência pela colaboração
» l Fórum de Mídia Livre: novas formas de comunicação

Edições anteriores

2008

juljunmai
abrmarfev
jan

2007

deznovout
setagojul
junmaiabr
marfevjan

2006

deznovout
setagojul
junmaiabr
marfevjan

2005

deznovout
setagojul
junmaiabr
marfevjan

2004

deznovout
setagojul
junmaiabr
marfevjan

2003

novdezout
setagojul
junmaiabr
marfevjan

2002

deznovout
setagojul
junmaiabr
marfevjan

2001

deznovout
setagojun
maijan

2000

deznovout
setagojul
junmaiabr
marfev

1999

dez

Veja também

» Outras edições