Jornalismo Crítico | Equipe | Copyleft | Contato | Escreva | Edição Impressa | Assinaturas
Uma iniciativa


Já nas bancas



Desafios da economia solidária
Resenha | Comprar

Edições anteriores

Alternativas ao aquecimento global
Resenha | Comprar

Reflexões sobre o consumo responsável
Índice | Comprar

Caminhos para uma comunicação democrática
Índice | Comprar

A disputa pelo ouro azul
Índice | Comprar

março 2008

imprima

Google, Yahoo e Microsoft : um oligopólio

Hervé Le Crosnier

Pesquisa on-line O mercado de pesquisa on-line varia muito de país para país. Na França, o Google amealhou 87% do conjunto das buscas feitas pelos internautas em 2007. Nos Estados Unidos, sua fatia de mercado chega aos 62%, enquanto no Japão o Yahoo é o líder. Na China, quem domina é a ferramenta de pesquisa local Baidu. Caso se concretize, um grupo resultante da fusão entre Yahoo e Microsoft Live Search representaria cerca de 32% das buscas feitas nos Estados Unidos, ou seja, metade da fatia do Google.

Publicidade Nos Estados Unidos, principal mercado de publicidade on-line dos sites de busca, o Google captaria aproximadamente 24% da receita publicitária da Internet, contra 12% do Yahoo e um pouco menos da Microsoft. Os dados variam em função dos modelos publicitários: pagamento por clique de acesso, no caso da micro-publicidade, ou por número de banners vistos, no caso dos anúncios tradicionais.

Número de acessos Nos Estados Unidos, as três empresas se equiparam: em dezembro de 2007, Yahoo tinha 136,6 milhões de acessos, Google 132,9 milhões Microsoft 120 milhões. O trio era seguido de perto pela AOL (119,5 milhões) e pela Fox (81,8 milhões, ligados principalmente ao uso do MySpace. Em termos de quantidade de acessos, o Google está na frente, com 588 milhões de acessos, seguida pelos sites da Microsoft (540 milhões) e do Yahoo (485 milhões).

A empresa derivada da fusão Yahoo-Microsoft seria majoritária em número de acessos demonstrando a superioridade da dupla no que diz respeito a e-mail e mensagens instantâneas via Messenger, mas continuaria atrás do Google no que diz respeito a traduzir essa superioridade em ganhos com publicidade.

Fontes: Comscore media metrix; Stratégies, 7 de fevereiro de 2008 ; Antone Gonsalves, “ Google’s Share Of U.S. On-line Ad Market Dips ”, www.informationweek.com, 13 de fevereiro de 2008 ; “ Google écrase toujours le marché de la recherche en France ”, www.zdnet.fr, 7 février 2008.




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BIBLIOTECA LMD

» por tema
» por país
» por autor

BOLETIM


digite seu endereço internet e receba nosso boletim

Caderno Brasil

» Com Licença, sim?
» Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo
» Movimentos sociais conectados: o MST e o Exército Zapatista
» Salários invioláveis: uma questão de liberdade
» Palavra 57
» Ciência e democracia na Amazônia
» A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs
» Mirar Battisti, acertar a multidão
» É de baque-solto
» O estuprador e o algoz
» Deusas do cotidiano
» Plano de duas feministas
» Marchinhas para um carnaval francês
» Europa brasileira 4
» Os economistas e a crise
» E por falar em saudade
» Palavra 56
» A grande oportunidade de Obama
» Ouvir o silencio
» Carta Capital e o país de Pinocchio
Mais textos


Blog da redação

» As condições da Raposa Serra do Sol
» Nazismo ao vivo e a cores
» Os insurretos do século 21: a I Insurreição Pirata
» Crise do software proprietário e o crescimento do Pinguim
» Apenas na velocidade dos dedos

Nesta edição

» Iraque, miragens e ruína
» Como a Opus Dei retoca sua imagem
» O pesadelo das finanças sem freios
» As torres da opressão
» Crise energética: responsabilidade compartilhada?
» Migração sem escolha
» Situação no final de 2007
» Movimentos tectônicos no planeta Internet
» Infra-estrutura a serviço do grande capital
» Os 10 eixos da IIRSA
» Progressistas na linha de fogo
» A conspiração do silêncio
» Democracia “simplificada”
» Sarkozy-Bonaparte
» Falar o árabe
» Mudanças na equipe francesa de Le Monde Diplomatique

Veja também

» Outras edições