Jornalismo Crítico | Equipe | Copyleft | Contato | Escreva | Edição Impressa | Assinaturas
Uma iniciativa


Já nas bancas



Desafios da economia solidária
Resenha | Comprar

Edições anteriores

Alternativas ao aquecimento global
Resenha | Comprar

Reflexões sobre o consumo responsável
Índice | Comprar

Caminhos para uma comunicação democrática
Índice | Comprar

A disputa pelo ouro azul
Índice | Comprar

abril 2008

imprima
ESTADOS UNIDOS

Yes, we can

"Sim, podemos” para a justiça e a igualidade. “Sim, podemos” para a oportunidade e a prosperidade. “Sim, podemos” curar esta nação. “Sim, podemos” consertar este mundo. [Fragmentos do discurso de Barack Houssein Obama]

Quando superamos desafios aparentemente intransponíveis. Quando nos disseram que não estávamos preparados, ou que não deveríamos tentar, ou que não podemos, gerações de norte-americanos responderam com uma crença simples, que resume o espírito de um povo. “Sim, nós podemos”. Esta crença foi escrita nos documentos fundadores, que declararam o destino de uma nação. “Sim, nós podemos”.

Era sussurrada por escravos e abolicionistas, enquanto abriam uma trilha rumo à liberdade nas noites mais escuras.

“Sim, nós podemos”. Foi cantada pelos imigrantes que deixavam terras distantes e pelos pioneiros que caminhavam para o Oeste, apesar da natureza impiedosa.

“Sim, nós podemos. Era o chamado dos trabalhadores que organizavam; das mulheres que chegavam às urnas, de um presidente que escolheu a Lua como nossa nova fronteira; e de um rei [1] que chegou ao topo da montanha e apontou o caminho à Terra Prometida. “Sim, podemos” para a justiça e a igualidade. “Sim, podemos” para a oportunidade e a prosperidade. “Sim, podemos” curar esta nação. “Sim, podemos” consertar este mundo.

“Sim, nós podemos”.



[1] No original, King, com maiúscula, referência a Martin Luther King Jr.


Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BIBLIOTECA LMD

» por tema
» por país
» por autor

BOLETIM


digite seu endereço internet e receba nosso boletim

Caderno Brasil

» Com Licença, sim?
» Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo
» Movimentos sociais conectados: o MST e o Exército Zapatista
» Salários invioláveis: uma questão de liberdade
» Palavra 57
» Ciência e democracia na Amazônia
» A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs
» Mirar Battisti, acertar a multidão
» É de baque-solto
» O estuprador e o algoz
» Deusas do cotidiano
» Plano de duas feministas
» Marchinhas para um carnaval francês
» Europa brasileira 4
» Os economistas e a crise
» E por falar em saudade
» Palavra 56
» A grande oportunidade de Obama
» Ouvir o silencio
» Carta Capital e o país de Pinocchio
Mais textos


Blog da redação

» As condições da Raposa Serra do Sol
» Nazismo ao vivo e a cores
» Os insurretos do século 21: a I Insurreição Pirata
» Crise do software proprietário e o crescimento do Pinguim
» Apenas na velocidade dos dedos

Nesta edição

» O dilema de Barack Obama
» O florescer da Primavera do Tibete
» Cronologia Tibete-China
» Surpresa em Miami
» Triste balanço do "livre" comércio
» Como o homem mais rico do mundo juntou seus tostões
» Autoritarismo 2.0
» O "amigo" inconveniente
» Juventude fora do controle
» A fábrica do desejo
» Em nome de Deus e da Coca-Cola
» Escravidão à francesa

Veja também

» Outras edições