Jornalismo Crítico | Equipe | Copyleft | Contato | Escreva | Edição Impressa | Assinaturas
Uma iniciativa


Já nas bancas


» Índice completo
» Outras edições


imprima
LITERATURA

Três poemas

Paulo Chagas de Souza

(14/11/2008)

Primeira e única confissão:
Amo o amor sobre todas as coisas
E a cada rosto seu como se fosse o único.

***

Se sobrevivi
Ao cárcere privado de mim mesmo
Não há de ter sido em vão.
Dos pedaços de mim
Que tantas vezes sísifo recolhi
Seja construído o vão livre
Que me conduz ao outro
Que surge em cada esquina
Ou no espelho

***

fui casto
fui castro
pelo ca(s)t(r)olicismo
ou escatolicismo
já nem lembro mais

mas agora
quoth the raven:
“nevermore”



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BIBLIOTECA LMD

» por tema
» por país
» por autor

BOLETIM


digite seu endereço internet e receba nosso boletim

Leia mais sobre

» Literatura
» Seção {Palavra}


Caderno Brasil

» Com Licença, sim?
» Crise mundial: as garantias de direitos sociais e o capitalismo
» Movimentos sociais conectados: o MST e o Exército Zapatista
» Salários invioláveis: uma questão de liberdade
» Palavra 57
» Ciência e democracia na Amazônia
» A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs
» Mirar Battisti, acertar a multidão
» É de baque-solto
» O estuprador e o algoz
» Deusas do cotidiano
» Plano de duas feministas
» Marchinhas para um carnaval francês
» Europa brasileira 4
» Os economistas e a crise
» E por falar em saudade
» Palavra 56
» A grande oportunidade de Obama
» Ouvir o silencio
» Carta Capital e o país de Pinocchio
Mais textos


Blog da redação

» As condições da Raposa Serra do Sol
» Nazismo ao vivo e a cores
» Os insurretos do século 21: a I Insurreição Pirata
» Crise do software proprietário e o crescimento do Pinguim
» Apenas na velocidade dos dedos

Veja também

» Outras edições