Gilbert Achcar
Jornalista,
Le Monde diplomatique. Universidade de Paris-VIII e Centro Marc-Bloch (Berlim). Últimas obras publicadas:
L’Orient Incandescent, Editions Page Deux, Lausanne, 2003 e
Le Choc des Barbaries, 10/18, Paris, reedição 2004.
Seus artigos nesse site:
Uma primavera árabe?
O mundo árabe passa por uma crise social, econômica e política. Se regimes autoritários monopolizam o poder, a população aspira a democracia que, no entanto, fica cada vez distante quando a receita norte-americana da intervenção militar é adotada
1º de julho de 2005
A nova máscara da política norte-americana
Com a desmoralização do discurso americano no Iraque e a crescente revolta à ocupação do país, Washington lança sua nova cartada para a região: um plano que inclui ’democracia’ acompanhada de privatização e controle sobre a exploração dos mercados
1º de abril de 2004
A Europa a serviço da Otan
A recente reunião de cúpula da Otan em Varsóvia deixou claras as mutações que ocorreram no pós-11 de setembro. Além da integração à Aliança de países do ex-Pacto de Varsóvia, os EUA reafirmaram a supremacia sobre seus aliados europeus
1º de janeiro de 2003
Sobre o Oriente e o Ocidente
Três escritores – um italiano, um paquistanês e um libanês – discutem e analisam, em três livros distintos, os “mistérios” que separam as civilizações oriental e ocidental, dos “misticismos” islâmicos à “modernidade” do neoliberalismo global
1º de novembro de 2002
Contestação e diversidade
Os melhores antídotos contra o antiamericanismo são justamente os textos de inúmeros escritores norte-americanos, que defendem uma certa idéia dos Estados Unidos e de seus valores contra aqueles que representam e ilustram seus governantes
1º de setembro de 2002
Uma política imoral e ineficaz
O autor coloca a política do governo Bush como o ’continuum’ do modo de agir dos Estados Unidos durante o século passado e lamenta amargamente que Washington não saiba tirar qualquer lição da história, persistindo por uma via desastrosa
1º de setembro de 2002
O jogo triangular das potências
Dez anos depois do governo George Bush pai, o atual presidente norte-americano, longe de reatar com o “multilateralismo” adotado por ocasião da guerra do Golfo, reforça, agora, uma posição de “unilateralismo” sob a aparência de uma “coalizão”
1º de dezembro de 2001