, I.B. Tauris, Londres, 2005 e de Islamic Finance in the Global Economy, ed. Edinburgh University Press, 2000. Pesquisador na Universidade de Harvard, nos Estados e da Universidade de Califórnia, Berkeley.
Seus artigos nesse site:
George W. Bush, o presidente MBA
Único mandatário americano a ter um diploma de Masters of Business Administration da prestigiosa
universidade de Harvard, Bush ficou muito aquém do que prometia seu título. Causou espanto com fracassos
frequentes em setores que dizem respeito à gestão econômica e até mesmo à simples logística
13 de fevereiro de 2009
Fannie Mae e Freddie Mac vão para o brejo
Criadas pelo Estado
para facilitar o acesso
à casa própria, as duas
gigantes do crédito
imobiliário mergulharam
no cassino da especulação.
Seus dirigentes, movidos
pela lógica do lucro máximo,
cometeram falcatruas para
engordar os ganhos pessoais.
O resultado foi uma falência
de US$ 5,4 trilhões
12 de outubro de 2008
A polêmica ascensão dos fundos soberanos
Acossada pela crise, a fortaleza das finanças abre-se para investimentos salvadores de países do Sul. Em teoria, os "donos do mundo" podem perder controle sobre bancos e empresas muito relevantes. Mas os resultados práticos são, por enquanto, desfavoráveis aos "emergentes"
27 de maio de 2008
O imperador quer surfar no atoleiro
Como Bush descartou as propostas para uma saída diplomática no Oriente Médio e investiu num plano semi-messiânico, que ameaça incendiar a região e pode humilhar os EUA
29 de abril de 2007
As máquinas de lavar dinheiro
O affaire Clairstream, que compromete o governo francês, é uma ponta de iceberg. Por que o «branqueamento» de recursos ilícitos, que multiplicou o poder das grandes redes criminosas, crescerá, se seu combate for reduzido a um capítulo da «guerra contra o terrorismo»
1º de junho de 2006
A sorte do dólar se decide em Pequim
A cotação do dólar e a gravidade do déficit comercial dos Estados Unidos, país que compra 50% a mais do que vende para o exterior e mantém inabalável seus vultuosos gastos militares, dependem em grande parte das orientações dos dirigentes chineses
1º de março de 2005
Negócio de sangue e lucros
Nem a insurreição, a retirada das tropas espanholas ou o renascimento do nacionalismo iraquiano impedem o grande negócio americano. Com contratos fabulosos e acima de qualquer lei, grandes empresas americanas ligadas ao governo faturam alto na reconstrução do país
1º de maio de 2004
Ordem americana custe o que custar
Depois de demitir assessor que declarou que o custo do conflito poderia chegar a
200 bilhões de dólares, governo Bush mantém a crença de que o esforço de guerra e diminuição de impostos são os melhores remédios para a economia norte-americana
1º de abril de 2003
A sagrada aliança da ultra-direita
O surgimento de uma ’intelligentsia’ judaica neo-conservadora na década de 1970, nos Estados Unidos, propiciou uma aliança com a direita fundamentalista norte-americana. Esta união seria sacramentada e incentivada nas décadas seguintes
1º de setembro de 2002
Delinqüência e mistificação
A Enron deu início a uma série de catástrofes que levou à bancarota vários gigantes empresariais. Com eles, ruiu a imagem idílica dos mercados financeiros
1º de agosto de 2002
O trabalho como “religião”
Na década de 90, ocorreu uma redefinição das relações entre empresas e empregados. O que antes era chamado de “exploração” foi rebatizado de “criação”. Sem que tivesse havido aumento de salários, foi dado aos funcionários o título de gerente
1º de janeiro de 2002
Um freio à especulação
Seis dias após os atentados de 11 de setembro – e num cenário que se apresentava o pior possível para o mundo dos negócios – a Bolsa de Valores de Nova York reabriu com um certo otimismo: o índice Dow Jones só caiu 7,13%
1º de novembro de 2001
Os danos da guerra financeira
Os títulos mais suscetíveis de serem afetados pela tragédia de 11 de setembro – companhias aéreas, empresas de seguros e de resseguros, bancos de financiamento – sofreram uma forte especulação para baixo nos dias que antecederam os atentados
1º de novembro de 2001
Os crimes de guerra de Kissinger
Não há mais qualquer dúvida quanto à responsabilidade direta de Kissinger na prorrogação, injustificada, da guerra do Vietnã, nas operações de assassinato e subversão da democracia no Chile, ou quanto à sua cumplicidade no genocídio em Timor Leste
1º de outubro de 2001
Os paradoxos das finanças islâmicas
A exemplo do Citibank, que abriu em 1996 sua filial islâmica no emirado de Bahrein, a maioria dos bancos ocidentais está empenhada nesse tipo de atividade, sob a forma de filiais ou “guichês islâmicos” Há até um “índice Dow Jones do mercado islâmico”
1º de setembro de 2001
Desmontando a "ciência" econômica
A leitura destes livros sugere que a economia — com sua ortodoxia, seus gurus, seus adeptos, seus fiéis e seus hereges — está mais próxima do campo religioso que do campo científico autônomo reivindicado por seus praticantes
12 de setembro de 2000
Las Vegas, a capital do pecado
A facilidade com que se pode obter divórcio fez de Las Vegas a capital das uniões e das separações instantâneas. Existem 250 "capelas de casamento" (inclusive algumas "drive in", onde é possível casar-se sem sair do carro)
12 de agosto de 2000
Fascinantes business schools
Após os anos 50, as business schools tornaram-se um produto de exportação. A luta hoje é para que a missão pedagógica não seja abandonada às empresas e para que a escola favoreça o espírito crítico
12 de maio de 2000
E o caçador virou caça...
Em matéria de faturamento, de lucros e de número de empregados, a Time Warner é respectivamente cinco, duas e meia e seis vezes mais importante que a AOL. Como um gigante deixou-se engolir por um anão?
12 de fevereiro de 2000