Jacques Testart
Presidente da
Inf’ogm, biólogo da procriação, diretor de pesquisa do Institut national de la santé et de la recherche médicale (Iserm). Publicará em maio
Le Vivan manipulé, éd. Sand, Paris
Seus artigos nesse site:
O fantasma do apartheid genético
A seleção de imigrantes segundo seu DNA, adotada pela França, reacende um pesadelo contemporâneo. Ela revela que o estímulo obsessivo à competição, que caracteriza o neoliberalismo, pode descambar para a discriminação — e descarte — dos "indivíduos menos aptos"
12 de dezembro de 2007
O trigo e o joio
Por seu potencial futuro, a transgenia deve ser cada vez mais praticada em laboratório. Mas não há sentido em cultivar plantas modificadas agora - quando nenhum risco foi afastado, nenhuma conquista relevante alcançada e o único interesse que prevalece é o das transnacionais
1º de abril de 2006
Abaixo a religião da Ciência
É hora de romper com o mito do Progresso herdado do Iluminismo. Ele impede de pensar que mesmo face à ciência e suas produções, os homens poderiam ser livres e iguais
1º de janeiro de 2006
A força do debate público
A promissora experiência das conferências de cidadãos pode ser um caminho para inventar novas formas de democracia participativa
1º de dezembro de 2004
O lado oculto do clone
Apesar da indignação geral, experiências que tinham como perspectiva a clonagem humana não foram proibidas e, portanto, continuaram a ocorrer, demonstrando a ambivalência da ética da ciência oficial
1º de abril de 2003
Os limites legais da prudência
Até que ponto os efeitos de uma tecnologia "de risco", como são os transgênicos, prescindem da opinião dos cidadãos? É ético deixar que as decisões sobre temas como esse sejam tomadas apenas por especialistas e políticos?
12 de setembro de 2000