Martine Bulard
Redatora e chefe-adjunta do
Le Monde diplomatique.
Seus artigos nesse site:
A Índia em busca do poderio perdido
Como o segundo país mais populoso do planeta age para se transformar em potência mundial. O complicado xadrez das relações com EUA, China e Rússia. O drama: nos planos de poder, eliminar a pobreza e exclusão maciças não é prioridade
16 de janeiro de 2007
Encruzilhada chinesa
Um país cada vez mais próspero e poderoso; uma sociedade ameaçada pela desigualdade e pela cópia dos padrões ocidentais. As contradições da China multiplicam o número de pequenos protestos e levam a elite intelectual a se perguntar sobre o futuro
1º de janeiro de 2006
Saúde precária
O plano de Tony Blair para “recuperar” o sistema hospitalar parece perdido em privatizações e cortes de direitos
1º de outubro de 2005
A China sacode a ordem mundial
Com uma diplomacia bastante flexível, a China busca construir as condições para um mundo multipolar e para se firmar como referência asiática
1º de agosto de 2005
Conflitos e convergências
Nas relações entre China e Índia, competições no campo diplomático e econômico ainda são barreiras à convivência pacífica
1º de agosto de 2005
Os enganos de Michel Camdessus
O ex-guru das teorias do FMI e atual conselheiro de João Paulo II tem a particularidade de ser um especialista que erra o tempo inteiro. Por onde passou, as economias dos países emergentes sucumbiram, como na Indonésia e na Argentina
1º de janeiro de 2005
O acelerado desmonte do Estado
O avanço das políticas neoliberais no governo Raffarin coloca a França entre os países com atestado de bom comportamento na OCDE ? redução nas aposentadorias, cortes nos salários, flexibilização dos direitos trabalhistas. E enriquecimento de quem vive na ciranda financeira
1º de março de 2004
Meio século de sabotagem
Com o fim da II Guerra Mundial, os partidos políticos franceses tentaram criar uma “previdência social” para todos, fundada sobre o trabalho, co-gerida pelos trabalhadores e pelo Estado. Nos 50 anos que se seguiram, essas conquistas foram solapadas
1º de outubro de 2003
A insegurança social programada
A justificativa do governo francês para sua reforma estrutural é a seguinte: com a queda do crescimento econômico, diminuem os depósitos, aumenta o déficit e diminui o consumo. Portanto, para a área da saúde, a palavra de ordem é privatizar
1º de outubro de 2003
As alternativas à “reforma única”
O dogma de que é preciso baixar os custos das políticas sociais para a retomada do emprego e do crescimento precisa ser submetido a críticas - existem medidas que aportariam novos fundos e reduziriam déficits sem penalizar o aposentado
1º de julho de 2003
Traídos pelos fundos de pensão
Difundidos nos países anglo-saxões e tomando corpo nas outras regiões do ocidente, os fundos de pensão por capitalização deixam o poupador dependente da volatilidade do mercado financeiro e ameaçam destruir a aposentadoria pública
1º de maio de 2003
Uma máquina que mata
Uma série de negligências: esse foi o veredicto sobre as causas da explosão da fábrica AZF de Toulouse, provocando a morte de 38 pessoas. Essas “negligências” são menos raras do que se pensa: acidentes e doenças profissionais crescem há mais de 10 anos
1º de dezembro de 2001
Greves pela rede
Nos Estados Unidos, as ciber-lutas já se popularizaram: a maioria das grandes empresas norte-americanas deve enfrentar a revolta de assalariados pouco habituados à luta sindical. Mesmo a Microsoft tem que enfrentar um "sindicato virtual", Wash Tech
20 de dezembro de 2000
Tempos modernos (versão hot line)
As tecnologias da informação e da comunicação significam bem mais freqüentemente fontes de intensificação do trabalho que de enriquecimento profissional. O tempo liberado graças ao trabalho na rede é absorvido por restrições cada vez mais fortes
20 de dezembro de 2000
Sindicalistas de
segunda classe
Além de não serem consideradas iguais em sua vida profissional, as mulheres também não são valorizadas nos sindicatos. Uma coisa talvez explique a outra.
12 de junho de 2000
Rumo ao
apartheid sanitário?
Como as grandes empresas farmacêuticas usam a OMC, as leis de patentes e as mega-fusões para fechar o cerco contra a produção independente de medicamentos? Por que este processo matará milhões de pessoas nos próximos anos?
12 de março de 2000