Philippe Pataud Célérier
Jornalista.
Seus artigos nesse site:
Pura especulação
Da mesma forma que a academia no século XVIII, hoje quem consagra o artista é o colecionador.
Os candidatos à fama precisam ter agentes poderosos e manter-se cobiçados pelos fundos especulativos, que
já atingiram o mercado de arte. Quanto mais mídia conseguirem, mais alto é o preço de venda de suas obras
15 de agosto de 2008
Quando os museus viram mercadoria
Em busca de novas fontes de dinheiro e prestígio, grandes museus do mundo partem para o aluguel de acervos, relações submissas com o mecenato, atração obsessiva de público. Que isso significa para a preservação das obras e das próprias idéias de arte e cultura?
12 de fevereiro de 2007
Em vez do Estado, os mecenas
A começar do Louvre, os museus franceses dependem cada vez mais de financiadores privados
12 de fevereiro de 2007
Xangai, sem teto nem leis.
Entre dez milhões de pessoas que ocupam os dez bairros urbanos do centro da metrópole chinesa, 2,5 milhões já perderam suas casas depois dos anos 1990. Hoje, o barulho das pás cobre a voz dos expropriados
1º de março de 2004