Phillippe Revelli
Jornalista. Última obra publicada:
Une légère différence, prefácio de Albert Jacquard, texto de Eric Gouwy, Editions Alternatives, Paris, 2004.
Seus artigos nesse site:
Progressistas na linha de fogo
Com o patrocínio dos Estados Unidos e sob o pretexto de combater o terrorismo islâmico, o governo de Gloria Macapagal Arroyo reprime sistematicamente os movimentos sociais. Cada liderança que se destaca é perseguida e, não raro, exterminada. Agredida, a sociedade civil exige a renúncia da presidente
24 de março de 2008
Os sem-teto às portas de São Paulo
Após visitar o acampamento do MTST, no Morro do Osso, em Itapecerica da Serra, o repórter francês transmite sua visão sobre a crise habitacional da maior megalópole da América do Sul e a força dos movimentos sociais brasileiros
12 de novembro de 2007
A reforma urbana: necessária e sempre postergada
Com um déficit de moradia na ordem de 7,9 milhões de habitações , a reforma urbana brasileira prescinde que "os avanços institucionais se traduzam no enfrentamento mais eficaz da situação de desigualdade nas metrópoles, em especial o problema da moradia”.
11 de novembro de 2007
Como age a OMC
Cronologia das decisões que desfizeram os acordos entre países europeus e do Caribe, e permitiram às transnacionais bananeiras controlar o mercado
1º de maio de 2006
Os frutos do “livre” comércio
Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a natureza
1º de maio de 2006
O inferno nas maquiadoras
Nas confecções instaladas em países da América Central, como a Guatemala, reina a repressão ao movimento sindical e a superexploração da mão-de-obra
1º de agosto de 2005
O sucesso de uma luta mundializada
Em El Salvador, uma maquiadora se torna exemplo de organização sindical, mas ainda enfrenta boicote e concorrência aviltante
1º de agosto de 2005
Por trás da violência das gangues de San Salvador
Produto de exportação da cultura norte-americana, jovens delinqüentes salvadorenhos, sem perspectiva de vida, se espalham pela periferia de San Salvador, se dedicando a pequenos crimes e, sobretudo, a uma guerra cujo único objetivo é destruir a gangue rival
1º de março de 2004