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No embalo da globalização sem lei



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2009-03-23 03:31:10

No embalo da globalização sem lei

O mundo seria melhor, se a sociedade globalizada visasse o bem comum, o de produzir condições econômicas e sociais no interesse do humanismo, sem segmentações de ordem racial, religião, nacionalismo e outros diferenciais que são causas de segmentações. Cristo e todos os profetas pregaram o reconhecimento da pessoa humana independente de qualqueis diferenças, e como se vê, todos filhos de Deus, que pode ser expressado pelo slogan: "Não sou o dono do mundo, mas filho do dono". Isto é universal, pois todos somos filhos desse dono do mundo, que comanda a natureza, que constitui a maior e mais complexa força de existência. Logo, e afinal, temos que reconhecer que às desigualdades devem ser minimizadas no contexto social e este deveria ser o Norte de todos os segmentos sociais, nacionais e internacionais, visado o interesse público de uma sociedade global harmônica, sem os constrangimentos dos conflitos nacionais e internacionais. Enfim, há a necessidade de voltarmos nossas forças nesse sentido, o de ser cimento entre os segmentos sociais e civilizações, em efetivo combate doutrinário aos defensores das diferenças humanas e sociais, como unidade de identificação, porque só a doutrina empregada no sentido da paz e em todas às escolas da sociedade será capaz de vir a ser a argamassa da união dos povos.
Site: No embalo da globalização sem lei.
GILSON RODRIGUES
2006-10-07 20:02:40

No embalo da globalização sem lei

O mundo seria melhor, se a sociedade globalizada visasse o bem comum, o de produzir condições econômicas e sociais no interesse do humanismo, sem segmentações de ordem racial, religião, nacionalismo e outros diferenciais que são causas de segmentações. Cristo e todos os profetas pregaram o reconhecimento da pessoa humana independente de qualqueis diferenças, e como se vê, todos filhos de Deus, que pode ser expressado pelo slogan: "Não sou o dono do mundo, mas filho do dono". Isto é universal, pois todos somos filhos desse dono do mundo, que comanda a natureza, que constitui a maior e mais complexa força de existência. Logo, e afinal, temos que reconhecer que às desigualdades devem ser minimizadas no contexto social e este deveria ser o Norte de todos os segmentos sociais, nacionais e internacionais, visado o interesse público de uma sociedade global harmônica, sem os constrangimentos dos conflitos nacionais e internacionais. Enfim, há a necessidade de voltarmos nossas forças nesse sentido, o de ser cimento entre os segmentos sociais e civilizações, em efetivo combate doutrinário aos defensores das diferenças humanas e sociais, como unidade de identificação, porque só a doutrina empregada no sentido da paz e em todas às escolas da sociedade será capaz de vir a ser a argamassa da união dos povos.
Site: A igualdade social globalizada.
GILSON RODRIGUES
2006-10-07 19:57:28

No embalo da globalização sem lei

O mundo seria melhor, se a sociedade globalizada visasse o bem comum, o de produzir condições econômicas e sociais no interesse do humanismo, sem segmentações de ordem racial, religião, nacionalismo e outros diferenciais que são causas de segmentações.

Cristo e todos os profetas pregaram o reconhecimento da pessoa humana como norte das ações humanas, independente de diferenças, e como se vê, todos filhos de Deus, que pode ser expressado pelo slogan: "Não sou o dono do mundo, mas filho do dono".

Isto é universal, pois somos filhos desse dono do mundo, que comanda a natureza, que constitui a maior e mais complexa força de existência, firmado num universo infinito, que só ele, o regente, tem noção do todo.

Logo, temos que reconhecer que às desigualdades devem ser minimizadas no contexto social e este deveria ser o Norte de todos os segmentos sociais, nacionais e internacionais, visado o interesse público de uma sociedade global harmônica, sem os constrangimentos dos conflitos nacionais e internacionais. Enfim, há a necessidade de voltarmos nossas forças nesse sentido, o de ser cimento entre os segmentos sociais e civilizações, em efetivo combate doutrinário aos defensores das diferenças humanas e sociais, como unidade de identificação, porque só a doutrina empregada no sentido da paz e do interesse social e em todas às escolas da sociedade, será capaz de vir a ser a argamassa da união dos povos.

Afinal, faltam maestros para reger a orquestra dos interesses públicos globalizados, necessária a produção desse segmento capaz propagar sons rumo a neutralização dos conflitos e das prejudiciais da união dos segmentos e povos.


Site: A igualdade social globalizada.
GILSON RODRIGUES
2006-10-07 19:54:50

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