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Já nas bancas
Que esse tipo de alerta se junte a outros para evidenciar o que é a usurpção do espaço comum em benefício das corporações hoteleiras.
Com as riquezas mineirais se exaurindo no Terceiro Mundo, a indústria hoteleira investe agressivamente no bastião "ecológico". O assunto exposto na matéria não difere muito do que acontece no litoral brasileiro. Há alguns anos, o litoral nordestino, por exemplo, foi-se tranformando naquilo chamado pejorativamente de "Disneylândia paulista", por causa dos turistas que lá passam suas férias, os de São Paulo em maior número. Um direito deles, de todos os brasileiros das outras unidades da federação e de cidadãos estrangeiros, inclusive. Mas o alerta é para os critérios adotados para tornar uma região como o litoral do Estado da Bahia um pólo de turismo é de dar pena. Comunidades inteiras de pescadores expulsas de suas terras, famílias inteiras de caiçaras sendo tornadas, garçons, copeiros, porteiros, vigias, lixeiros, arrumadeiras. E as novas gerações sendo vitimadas pelo turismo sexual infantil.
O mais triste de tudo é que as corporações estão corretíssimas em seu modo de agir; são empreedimentos capitais que têm por meta o lucro, um mal mais que necessário. O Estado brasileiro, que deveria funcionar como mediador, estabelecendo normas para que o fosso social não se amplie, omite-se para se tornar o maior beneficiário desses desmandos.
É realmente desse tipo de "progresso" que precisamos?
Que esse tipo de alerta se junte a outros para evidenciar o que é a usurpção do espaço comum em benefício das corporações hoteleiras.
Com as riquezas mineirais se exaurindo no Terceiro Mundo, a indústria hoteleira investe agressivamente no bastião "ecológico". O assunto exposto na matéria não difere muito do que acontece no litoral brasileiro. Há alguns anos, o litoral nordestino, por exemplo, foi-se tranformando naquilo chamado pejorativamente de "Disneylândia paulista", por causa dos turistas que lá passam suas férias, os de São Paulo em maior número. Um direito deles, de todos os brasileiros das outras unidades da federação e de cidadãos estrangeiros, inclusive. Mas o alerta é para os critérios adotados para tornar uma região como o litoral do Estado da Bahia um pólo de turismo é de dar pena. Comunidades inteiras de pescadores expulsas de suas terras, famílias inteiras de caiçaras sendo tornadas, garçons, copeiros, porteiros, vigias, lixeiros, arrumadeiras. E as novas gerações sendo vitimadas pelo turismo sexual infantil.
O mais triste de tudo é que as corporações estão corretíssimas em seu modo de agir; são empreedimentos capitais que têm por meta o lucro, um mal mais que necessário. O Estado brasileiro, que deveria funcionar como mediador, estabelecendo normas para que o fosso social não se amplie, omite-se para se tornar o maior beneficiário desses desmandos.
É realmente desse tipo de "progresso" que precisamos?
Em tempos de politicagem suja e ainda, de "preservação", o que se ameaça nem é mais surpresa, mas o modo como os fins se justificam dão até nojo mesmo. Como pode eles ainda por cima culparem no final das contas as comunidades que lá residiam?
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O ser humano cada vez mais egoísta e pequeno!
Em nome da Natureza...
O que repugna reside muito além de qualquer atitude dita imperialista, do norte ou do sul.
Reside, por exemplo, numa ACADEMIA falida, cuja sobrevivência está nas mãos dos senhores dos Euros, Dólares, Francos, etc., e, que, a pretexto de incluir, socialmente, quem, jamais, foi excluído, vende a confusão, por exemplo, quando assina em baixo e diz que sustentação é o mesmo que sustentabilidade.
É o que vemos nos EIA, nos RIMA, nas monografias, nas dissertações, nas teses. Sustentabilidade Ambiental, como se Sustentabilidade não já trouxesse em si, os fatores ambiental, social, econômico, e, mais modernamente, cultural, religioso,etc.
Se é, cada vez mais, difícil conviver com os senhores da moeda, não menos difícil é conviver com "Acadêmicos", "Ambientalistas", "Ongueiros",etc... todos voltados para a mesma finalidade, a espoliação.