Comentários sobre esse texto:
E se a saúde não for mercadoria?
Vocês deveriam informar a qualidade de saúde Cubana para trabalhos escolares.
2007-06-21 00:39:53
E se a saúde não for mercadoria?
A matéria expõe dados consistentes que demonstram ser possível, em todos os campos da atividade humana, subverter a lógica do lucro pelo lucro. Não há saída possível para o mundo sem a colocação da dignidade humana em todos os projetos qaue digam respeito aos interesses supremos da humanidade. Lamentavelmente, a ONU, tolhida em suas iniciativas pelo seu maior financiador, não amplia possibilidades humanitárias como essas que Cuba patrocina. Não é que devamos fechar os olhos para os erros existentes em Cuba (nem lá, nem em qualquer lugar do palenta). Mas obscurecer os progressos que a lógica não-capitalista proporcionou àquele povo é render homenagens ao pensamento único.
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E se a saúde não fosse mercadoria?
José Teógenes Abreu
2006-08-28 14:18:58
E se a saúde não for mercadoria?
Acabo de lançar o livro "Brasil e Cuba: modos de ver, maneiras de sentir" (Brasília, Thesaurus, 2006), em que faço uma leitura comparada de obras sobre Cuba publicadas no Brasil. A proposta é estabelecer as divergências e convergências no que escreveram Fernando Morais, Ignácio de Loyola Brandão, Antonio Callado, Frei Betto e Oswaldo França Júnior, entre outros, quanto a temas revelantes como, por exemplo, saúde, educação, cultura, segurança pública e liberdade de imprensa. Com relação à saúde, adianto que o testemunho dos autores é majoritariamente favorável, de acordo, portanto, com a substanciosa matéria do "Le Monde Diplomatique".
Edmílson Caminha
2006-08-21 23:21:56
E se a saúde não for mercadoria?
É inquestionável o exemplo de Cuba para o mundo, não só na saúde, mas em várias áreas, admiro demais o governo e
o povo cubano, sempre sito a saúde de cuba como exemplo a ser seguido, é importante ressaltar aqui também que o sistema político e econômico de cuba e a seriedade desse país são decisivos para esse modelo ser uma referência mundial. Parabéns ao governo e aos profissionais de cuba que tanto tem feito pelo mundo.
Sou enfermeira do PSF em Mossoró-RN, Brasil e tenho um sonho: fazer um curso em cuba.
Luzia Bessa
2006-08-21 00:42:59
E se a saúde não for mercadoria?
Parabéns ao jornal pela matéria. A cultura dos médicos brasileiros é mais prá..."juro que ganharei muito dinheiro"...do que..."juro que exercerei a cura indiscriminada". Cuba tornou-se uma referência incomparável mundial! Fidel é a personalidade número 1 das Américas dos séculos XX e XXI, sem dúvida nenhuma.
Luiz Antonio
tohto
2006-08-19 23:31:36
E se a saúde não for mercadoria?
Nós,seres humanos, não suportamos que outras pessoas, contrárias às nossas convicções ideológicas, políticas religiosas, etc. - objetivando: aquelas que fucionam como nosso espelho - sejam capazes de resolver os problemas que a nossa arrogância e prepotência não foram capazes de solucionar. A Verdade vence sempre,queiramos ou não! Parabéns aos Médicos Cubanos,não, somente, pela nacionalidade que representam, mas, principalmente, pela sua humanidade e solidariedade.
Para ilustrar alguns procedimentos da "medicina oficial", citarei um trecho extraído do livro: A Criança Mágica de autoria de Joseph Chilton Pearce (livro recomendado para leitura), a respeito da origem, no Ocidente, do procedimento médico adotado, relativo ao parto, onde a mulher deve dar a luz deitada (posição horizontal):
"Seuzanne Arms descreve como esta posição dilaceradora, e de modo algum natural, teve seu início no Ocidente. Luiz XIV ficava sexualmente excitado quando via suas amantes darem à luz. Em virtude da posição agachada ou de cócoras (empregada quase universalmente), ele não conseguia ver bem e mandava "seus servidores" colocarem a pobre mulher deitada e de costas. Os médicos emularam esse nobre exemplo, e isso se tornou moda, o que todos deviam fazer. Depois virou um costume, e portanto INQUESTIONÁVEL. Partos longos e difíceis, fazendo com que os cuidados que se segussem ficassem quase impossíveis, começaram assim o círculo vicioso".
...
Se isso foi eestabelecido, logicamente, sempre em nome da ciência, como procedimento para o nascimentos dos novos seres, imagino a extensão das retaliações que os Médicos Cubanos devam sofrer.
Encerrando, dedico a expressão "Tudo que não muda fica mudo!" a esses bravos Médicos, eles representam as novas possibilidades de mudança. Eles são os Homens, que não necessariamente precisam estar vestidos de branco, mas que possuem a "brancura interior da coragem e da esperança". Admiro e respeito todos vocês.
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E se a saúde não for mercadoria?
Sérgio Scardigli
2006-08-19 19:50:59
E se a saúde não for mercadoria?
Sempre defendi e torci muito para que Cuba vença todo tipo de dificuldades e portanto fiquei alegre de ler este artigo,parabéns pela tradução e a oportunidade de conhecer este programa de proporçoes capaz de mudar e eliminar a visão distorcida da nossa ilha.Saúde para os pés no chão e muita esperança para quem não tem nada....que vença a solidariedade sem fronteira.Liza Prado.
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E se a saúde não for mercadoria?
liza
2006-08-19 02:04:46
E se a saúde não for mercadoria?
Gostaria muito saber como o Diabetes Mellitos em seus diferentes tipos e visto e interpretado pelo Serviços de Saúde em Cuba; e como as pessoas que tem este diagnóstico realizam seu controle glicêmico?
Com relação as complicações crônicas, em que niveis estatisticos encontram-se?
Quais são os recursos materiais usados para que pessoas com Diabetes possam tyer qualidade de vida preservada?
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E se a saúde não for mercadoria?
Enfermeira M.B. Rezende
2006-08-16 02:57:48