Comentários sobre esse texto:
2007: a profecia se fez como previsto
É lindo, lembra as grandes manifestações de 1968, era vista pela mídia e por alguns ingenuos e inocentes úteis como uma nova "Bastilha" e o rock como uma nova "marselhesa" iria mudar o mundo . Mudou a forma e o conteúdo permanceu o mesmo. Se música pudesse mudar algo por que a musica maravilhosa de um Lamartine, Pixinguinha, Noel, Assis para citar somente os da periferia, o Brasil permance o mesmo ?. Não se iludam, há dois anos,"eles diziam" que o Estado trazia sérios problemas ao desenvolvimento e ao progresso no mundo, os banqueiros e a elite econômico-financeira eram responsáveis pelo nosso progresso. Hoje , taí negão(como voces dizem),o "dinheiro"do Povão salvando os banqueiros no mundo inteiro, tudo bem. A História e essa, vamos deixar de ilusões....
Site:
O pobres banqueiros precisam de ajuda
Milton Guimaraes
2009-01-24 15:22:01
2007: a profecia se fez como previsto
Acho que o Cadeia nacional, disco que se não me engano é de 90,93... é mais importante e mais contundente, alguns temas lançados lá construiram todo o repertório do Racionais nos discos seguintes. Músicas como Pânico na Zona Sul, que começava com a tenebrosa frase cataclismática "Então quando o dia escurece, só quem é de lá sabe o que acontece..." foram verdadeiros pés na porta daqueles que só conheciam um lado da cidade. Se me permite uma crítica, achei que em alguns momentos o texto se apóia numa colagem de trechos de músicas, pedaços de letras... O rap é um discurso contínuo, é a rima, o improviso, as citações não funcionam, não tem nota de rodapé... mesmo sendo o ritmo do corte e cola, da mixagem.... no papel branco acho que não funciona assim.
Roberto Fontes
2008-01-17 02:36:41
2007: a profecia se fez como previsto
manero demais
victor
2008-01-16 21:39:41
2007: a profecia se fez como previsto
Texto nota 10
Perifa é nóis!!!
Site:
mais um jovem latino amervicano leste paulistano
www.pulaomuro.blogspot.com
2008-01-09 16:28:32
2007: a profecia se fez como previsto
Eleilson, gostei tanto do seu texto que o coloquei no meu blog:www.pelenegra.blogspot.com. Por outro lado, ficou para mim uma estranheza. Afinal, foi no Rio de Janeiro que tudo isso começou, quando São Paulo importou o Black-Rio e as equipes de som cariocas ajudaram a fundar as equipes de som paulistas como a Chic-Show, por exemplo. O que terá acontecido no Rio, então? Uma possibilidade de análise seria a ação das ditadura militar sobre o movimento na época.Quem sabe? O fato atroz é que o Rio de Janeiro perdeu o trem da História.
Site:
Refletindo sobre o movimento Black-Rio
Sergio Dias
2008-01-08 05:15:35
2007: a profecia se fez como previsto
É importante fazer uma reflexão apoiado na premissa da violência urbana contextualizado o modelo de sociedade de consumo implantado no Brasil pós-64.Sou professor Universitário e apaixonado pelos estudiosos do marxismo pós-modern o.LOUIS ALTHUSSER descreve com muita maestria o papel desempenhado pelos veiculos de reprodução da opressão baseado luta de classe.O proprio Noam Chomsky contesta moderadamente a existencia de um modelo de repressão baseado no bloco ’Hegemôoonico de Gramsci.Éstá efetivamente constatado que o modelo dito marxista(cuba,URSS,Coréia do norte)estão em franca decadência.Entretanto,tal fato não afasta a possbilidade de avaliar criticamente o modelo capitalista de consumo.Agradeço.PROF.Newton.newtoncintra@oi.com.br.(81)91470050.Gostaria de ser assinante da le monde diplomatic Brasil. assinar
Site:
A violência Urbana no Brasil - O rap dos racionais
Newton Cintra da Rocha Pereira
2008-01-06 04:18:11
2007: a profecia se fez como previsto
Flávio, acho que a questão é dar visibilidade ao ’outro lado’ que não está ou estava na mídia, tornar humana a periferia que, a princípio, é só violência das páginas de cotidiano do jornal.
O cara não ouve a música e entra para o crime, mas se sente mais gente se percebe uma voz na mesma direção da sua.
A música - e toda forma de expressão artística - é representação de um grupo, de uma cultura e uma realidade. Não é pela ’doutrinação’, mas pelo publicizar outras vidas onde o ator social não é tratado como tal.
Aline Scátola
2008-01-04 21:30:39
2007: a profecia se fez como previsto
Denúncia ou apologia? Não sei se podemos considerar um instrumento libertador o que é usado como fundo musical à violência. Falamos isso por conviver próximo a jovens que estão num caminho muito perigoso, ligando-se a criminalidade, e que escutam, justamente essa música levantada no artigo como "crítica". Os jovens que vejo ouvindo esse som não parecem estar desenvolvendo uma consciência da não violência e sim, parecem estar usando os elementos que são ali narrados como uma cartilha de virilidade e estímulo a ação violenta. Contra um sistema que não lhes é justo agem por uma lei própria e prestam contas apenas a si mesmos. Critico o mundo em que vivemos, que gera desigaldade e violência, mas ainda não estou convencido que músicas que estão enxarcadas de narrativas violentas sejam caminho alternativo ao que vemos nos assustar.
Flávio Costa
2007-12-31 22:23:40