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Já nas bancas
Impressionante como o poeta consegue manter a limpidez mesmo nos versos em que a sintaxe parece mais subvertida:
Voie Lactée n’est-elle pas couchée sur la nuit sans vent?
Sem falar nos versos finais, autênticas "chaves-de-ouro" que continuam a ecoar na memória do leitor. Espero por mais poemas de Pierre Jean Jouve nas próximas edições de "Palavra"!