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Já nas bancas
O Paulo Henrique Amorim publicou hoje no Conversa Afiada o "parecer" do ex-ministro Carlos Velloso em apoio à extradição do Battisti.
Tentei postar o comentário abaixo, mas o PHA, no que já se vem tornando um hábito, censurou a réplica e escondeu o post original em algum lugar bem longe da primeira página. O post está no link abaixo, encontrado mediante busca no blogue. A réplica censurada é a seguinte:
— -
Caro PHA, já vimos uma vez que os "pareceres jurídicos" em que você apoia alguns dos seus comentários são torcida pura e simples. O Mino Carta apoia a extradição do Battisti. O Maierovich tem coluna na revista Carta Capital, de propriedade do sr. Mino Carta. Só faltava que ele achasse alguma falta no "parecer" encomendado do Velloso ao qual você "teve acesso".
Ãrrã, "teve acesso"... Chegou pelo correio ou foi entregue em mãos com uma notinha do Mino?
Assim como este, há dezenas de outros que dizem o contrário. Entre eles o da Procuradoria Geral da República. Publique-os também.
Chamar a Itália de democracia, principalmente nos tempos em que o Battisti teria cometido os atos de que é acusado - e pelos quais foi condenado à revelia por tribunais que o próprio juiz Giovanni Falcone depois revelou estarem pejados de mafiosos infiltrados - é ofender os democratas. Dizer que são garantidos os direitos humanos na Itália dos assassinatos extrajudiciais, dos sequestros e das sociedades secretas infiltradas nos mais altos escalões do governo, a Itália da P2, da Gladio, a Itália cujo primeiro-ministro foi condenado à prisão pelo homicídio de um jornalista que o acusava de ser um pau-mandado da Mafia, a Itália dos grupos terroristas financiados e manipulados pelos serviços secretos do Estado (e isto foi *provado*, entre outros pelo juiz Falcone) que sequestraram e assassinaram o Aldo Moro a mando do alto escalão do partido do governo, é uma afronta aos que se batem pelos direitos humanos. Dizer que não estaria ameaçada a vida do Cesare Battisti nas prisões de um país onde ainda em 2005 os policiais Gaetano Saya e Riccardo Sindoca, dirigentes do sindicato dos policiais, foram presos sob a acusação de organizar a dirigir uma sociedade secreta de mais de duzentos policiais que entre outras coisas agradáveis estava planejando o sequestro do Battisti na França (motivo pelo qual ele veio ao Brasil), na certa para o entregar às autoridades [http://www.repubblica.it/2005/g/sezioni/cronaca/polipala/polipala/polipala.html], é um escárnio à verdade.
O sr. Mino Carta, por motivos que só a ele são claros, bandeou-se para o lado dos que querem entregar o Cesare Battisti à Mafia e aos serviços de polícia paralela da Itália do Burlesconi, ele próprio membro de longa data da P2 e colaborador dos mais diversos grupos clandestinos de extrema-direita italianos, franceses e belgas. Se alguém pagou ao Velloso pelo seu "parecer", é bem provável que tenha sido ele - o fato é que com certeza o nobre ex-presidente do STF não sai emitindo "pareceres" por amor desinteressado à verdade, e o sr. Mino Carta, e por sua via o sr. Wálter Maierovich, são partes interessadas que já demonstraram, pelo menos no caso do sr. Mino, estar dispostos a *qualquer coisa* para fazer avançar a extradição do Cesare Battisti, atropelando a verdade e caluniando aos que se lhe opõem.
Quero acreditar que, como no caso daquele advogado pernambucano que lhe deu um "parecer" sobre o caso RCTV tão cheio de buracos jurídicos que até eu que não sou advogado pude vê-los imediatamente, você tenha sido movido pela amizade a entrar em uma canoa furada. Mas é seu dever, pelo papel meritório que exerce no combate à mentira generalizada, prestar mais atenção nas canoas em que embarca.
Escrever um texto tão longo desse só pra dizer que CartaCapital e Mino Carta não fazem um jornalismo independente é brincadeira. Coisa de sensacionalismo barato. E o que é mais triste, vindo da esquerda.
CartaCapital tem se mostrado séria na luta contra Daniel Dantas e tantos outros assuntos que aflingem nosso país.
Acho um absurdo que uma simples colocação/posicionamento da revista contra Battisti jogue água abaixo toda essa história.
Entre CartaCapital e o autor deste artigo, fico com a Carta. E ainda fico com dúvida se não seria o digníssimo autor alguém tentado a tentar prejudicar a imagem da revista semanal mais independente do país. É pouco pra tanto? Também acho. Mas só quis mostrar o quanto precipitado também foi o autor.
Durante a realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, os pugilistas Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux conseguiram burlar a vigilância dos agentes que acompanham as delegações desportivas e artísticas cubanas nas suas excursões pelo exterior - comissários cuja única missão é assegurar que todos voltem para o paraíso castrista - e foram se esconder em Cabo Frio. A escapada durou cerca de duas semanas. Acionado pelo ministro da Justiça, Tarso Genro - a pedido do governo cubano -, o aparelho policial brasileiro se pôs a campo, localizando e detendo os dois cubanos, que não queriam outra coisa que não fossem oportunidades de viver numa sociedade livre, que lhes permitisse desenvolver seus atributos desportivos e profissionais. Três dias depois de detidos, os dois foram colocados num avião, gentil e especialmente cedido pelo caudilho venezuelano Hugo Chávez, e despachados de volta para Havana.
Lá, não foram presos, torturados ou mortos - como acontecia antes com os cubanos que tentavam fugir da ilha e não conseguiam. Os tempos já eram mais amenos e eles foram apenas proibidos de treinar e lutar, ou seja, de exercer a sua profissão.
Aqui o episódio provocou justa indignação. Afinal, o governo brasileiro, por intermédio de seu ministro da Justiça, não apenas colocara a polícia no encalço de dois atletas que não haviam cometido crime algum - no Brasil ou em Cuba -, como os deportara em prazo recorde, entregando-os a um regime que não tem o mínimo respeito pelos direitos humanos e do qual estavam fugindo.
À onda de protestos que se seguiu, o ministro Tarso Genro respondeu com uma saraivada de argumentos fantasiosos, cada um mais esfarrapado do que o outro. Primeiro, declarou que tudo não passava de uma armação da imprensa, que estava usando o episódio para fazer propaganda contra Cuba. Depois, afirmou que os dois pugilistas não haviam fugido nem pedido asilo e, por isso, se encontravam em situação irregular no País.
Por fim, veio o mais deslavado deles: os pugilistas haviam pedido para voltar a Cuba. Ele, Tarso Genro, como ex-exilado, sabia que isso iria acontecer: "depois da fuga vem a saudade da família e a nostalgia da pátria", disse, esquecendo que antes havia negado que os cubanos haviam fugido e solicitado asilo.
Mas a farsa, como se veria, não prevaleceria como verdade histórica.
O pugilista cubano Erislandy Lara, o primeiro a fugir de Cuba, afirma que nunca quis sair do Brasil. Que não queria ficar em Cuba provou cerca de seis meses depois de para lá ter sido devolvido pelo ministro Tarso Genro, quando fugiu da ilha em uma lancha. Está reiniciando, com sucesso, a sua vida de boxeador nos Estados Unidos. Agora, nesta semana, o pugilista Guillermo Rigondeaux, campeão olímpico e mundial dos pesos galo, fugiu para o México e já está em Miami, onde aguarda a regularização de seus papéis para também voltar às atividades profissionais.
Os dois pugilistas deixaram suas famílias em Cuba. Sentem saudades, mas nem em pensamento lhes ocorre voltar para o paraíso castrista onde, segundo Lara, "não há comida e as pessoas sofrem muito". O que querem, isso sim, é tirar de Cuba suas mulheres e filhos. Outra falha no enredo fabuloso do ministro Tarso Genro.
Menos de dois anos depois do vergonhoso episódio da devolução dos lutadores cubanos ao domínio do ditador Fidel Castro, diante de caso "aparentado", o ministro Tarso Genro teve comportamento totalmente diferente, mas não menos indecente: atropelou uma decisão do Comitê Nacional para os Refugiados, antecipou-se a um julgamento do Supremo Tribunal Federal e concedeu asilo ao terrorista italiano Cesare Battisti. Desta vez, o exilado não sentia saudades da família nem nostalgia da pátria. Também não havia sido, como os dois cubanos, declarado "traidor da pátria" pelo chefe do governo do seu país - uma democracia exemplar. Fora, tão somente, condenado pela Justiça italiana pelo assassinato de quatro pessoas, entre outros crimes - todos cometidos em nome do extremismo de esquerda.
Por que o governo brasileiro concede asilo a um assassino condenado pela justiça de um país democrático e nega-o a dois impolutos fugitivos de uma ditadura decrépita?
O presidente Lula poderia explicar o que seu ministro não explicou?
Concordo plenamente com texto da Diplô. Não importa o que Batistti fez na adolescencia dele. O crime foi político e, portanto, embasada nos principios ’democráticos’ do Brasil a decisão foi correta. A Itália não respeitou uma decisão soberana, porque nos considera meras peças do tabuleiro das nações. Não querem discordância na decisão fascista que tomaram.
Eu já concordava com a decisão, depois que obtive mais subsidio (informação) a respeito da politica italiana e a respeito do caso, reforça em mim o apoio à decisão tomada.
Le Monde Diplo vive da conservação de um acervo de velharias que só o esqeurdismo mais afetado consegue guardar. Proudhon, a revolução cubana, expressões de apoio ao governo quadrilheiro, concessão de asilo político a bandidos do mundo todo, etc. Le Monde Diplo está parecido com o Brasil dos tempos imperiais, quando aqui aportavam todos os desterrados e criminosos do mundo e eram recebidos como salvadores da humanidade. Ou pelo menos como novos colegas de participação desse imenso carnaval que é o Brasil brasileiro, terra do samba e do pandeiro.
Parabéns, Le Monde Diplo, museu da esquerda fracassada e do verde-amarelismo ultrapassado.
JAMAIS ACREDITEI NA HONESTIDADE DE PRINCIPIOS DO SR. ENVELOPE , DIGO CARTA.
SUAS ARROGANCIA E PSEUDO ERUDIÇAO SÁO SINTOMAS DE PROBLEMAS GRAVES DE AUTO-ESTIMA , FACILMENTE EXPLICAVEIS PELA PSQUIATRIA .
NORMALMENTE PARANOICOS OU ESQUIZOFRENICOS APRESENTAM ESTE TIPO DE COMPORTAMENTE VICIADO ,ACHANDO-SE O CENTRO DAS ATENÇOES E QUANDO CONTRARIADOS " LEVAM A BOLA EMBORA " .
SUA BAIXA AUTO ESTIMA É COMPREENSÍVEL PELOS INUMEROS FRACASSOS QUE ELE COLHEU EM SUA LONGA TRAJETORIA , ENTRETANTO SEMPRE RESPONSABILIZANDO Á TERCEIROS PELOS SEUS INSUCESSOS , EXATAMENTE COMO UM PSICÓTICO FARIA .
EM SEUS ESCRITOS DOTADOS DA "SACROSSANTA VERDADE " , ELE SEMPRE DEIXA TRANSPARECER QUE EM TODAS AS REDAÇÕES ONDE TRABALHOU OU CHEFIOU NINGUEM O AJUDOU OU CONTRIBUIU PARA O BOM TRABALHO , E QUE ESTE APENAS ACONTECEU ( SE ACONTECEU ) , PELA SUA DIVINA E SUPERIOR SABEDORIA .
SERIA RISÍVEL SE NÁO FOSSE PATOLÓGICO !!
SEMPRE TENTANDO PARECER CULTO OU ERUDITO , VOCIFERA OPINIÓES QUE BEIRAM AO ELITISMO EXPLICITO OU AO PRECONCEITO MAIS RASTEIRO , MAS AINDA AQUI A PSQUIATRIA EXPLICARIA ATRAVÉS DO CHAMADO EFEITO OPOSTO , QUAL SEJA , SEMPRE TENTAMOS PARECER OU SER ATRAVÉS DE NOSSO EGO , AQUILO QUE SABEMOS PELO NOSSO INCONCIENTE QUE ABSOLUTAMENTE NÁO SOMOS .
EM RESUMO , PEQUENO CARCAMANO , PROCURE AJUDA PSQUIATRICA URGENTEMENTE , ANTES QUE POR UM ATO FALHO , VOCE PASSE Á SE AUTO PROCLAMAR " JULIO CESAR OU NAPOLEÃO "
JAMAIS ACREDITEI NA HONESTIDADE DE PRINCIPIOS DO SR. ENVELOPE , DIGO CARTA.
SUAS ARROGANCIA E PSEUDO ERUDIÇAO SÁO SINTOMAS DE PROBLEMAS GRAVES DE AUTO-ESTIMA , FACILMENTE EXPLICAVEIS PELA PSQUIATRIA .
NORMALMENTE PARANOICOS OU ESQUIZOFRENICOS APRESENTAM ESTE TIPO DE COMPORTAMENTO VICIADO ,ACHANDO-SE O CENTRO DAS ATENÇOES E QUANDO CONTRARIADOS " LEVAM A BOLA EMBORA " .
SUA BAIXA AUTO ESTIMA É COMPREENSÍVEL PELOS INUMEROS FRACASSOS QUE ELE COLHEU EM SUA LONGA TRAJETORIA , ENTRETANTO SEMPRE RESPONSABILIZANDO Á TERCEIROS PELOS SEUS INSUCESSOS , EXATAMENTE COMO UM PSICÓTICO FARIA .
EM SEUS ESCRITOS DOTADOS DA "SACROSSANTA VERDADE " , ELE SEMPRE DEIXA TRANSPARECER QUE EM TODAS AS REDAÇÕES ONDE TRABALHOU OU CHEFIOU NINGUEM O AJUDOU OU CONTRIBUIU PARA O BOM TRABALHO , E QUE ESTE APENAS ACONTECEU ( SE ACONTECEU ) , PELA SUA DIVINA E SUPERIOR SABEDORIA .
SERIA RISÍVEL SE NÁO FOSSE PATOLÓGICO !!
SEMPRE TENTANDO PARECER CULTO OU ERUDITO , VOCIFERA OPINIÓES QUE BEIRAM AO ELITISMO EXPLICITO OU AO PRECONCEITO MAIS RASTEIRO , MAS AINDA AQUI A PSQUIATRIA EXPLICARIA ATRAVÉS DO CHAMADO EFEITO OPOSTO , QUAL SEJA , SEMPRE TENTAMOS PARECER OU SER ATRAVÉS DE NOSSO EGO , AQUILO QUE SABEMOS PELO NOSSO INCONCIENTE QUE ABSOLUTAMENTE NÁO SOMOS .
EM RESUMO , PEQUENO CARCAMANO , PROCURE AJUDA PSQUIATRICA URGENTEMENTE , ANTES QUE POR UM ATO FALHO , VOCE PASSE Á SE AUTO PROCLAMAR " JULIO CESAR OU NAPOLEÃO "
Senhor Jorge,
a razão não pode contra o senso comum e o sabor da maré política!não é a imparcialidade, mas a parcialidade que legitima e justifica um artigo!
não há imparcialidade, mas parcialidade legítima, como a do Le Monde. e rigor da lei só significa a lei para os inimigos, e não para os amigos do mundo sindical.
STF não é nada nesse desmundo. Nunca antes neschtepaíz houve tanta democracia. Relaxe e goze! Aproveite a maré, mas sem dar pescada!
As decisões do Judiciário brasileiro estão longe de representar um aspecto puramente técnico da prática jurídica. O STF é antes de tudo a cabeça de um dos três poderes, e pode, como tal, sofrer o efeito de pressões políticas. Ocorre que as decisões tomadas pelo STF em casos políticos serão entendidas pelo mundo jurídico de forma vinculante, mesmo que as súmulas não tenham caráter vinculante. Se não se pode algemar Dantas, também não se pode algemar nenhum suspeito que não ofereça evidentemente risco de fuga ou reação violenta. Se não se pode extraditar um homicida em razão de seu envolvimento histórico com grupos paramilitares de resistência política, este entendimento vingará, impedindo o Supremo de extraditar revolucionários até muitos mais perigosos. O que o STF está criando é um mapa de crimes que podem ser cometidos sem receio de punição severa. Obviamente, quem estiver do lado de Dantas ou de Battisti não será prejudicado, mas nós, que trabalhamos e temos de suportar não só o jugo desses ditadores mas também de seus comparsas midiáticos, deveremos ter paciência e tolerar o intolerável: a impunidade permeando o Tribunal que deveria punir segundo o rigor da lei, e não conforme o sabor da maré política.
Jorge Coquilla
Se a televisão ou rádio brasileiro se dá ao luxo de destruir uma família durante vinte anos pelo motivo de vingança pessoal, e uma sociedade sem vergonha, mediocre e corrupta bate palmas.
O que você diria do caso Batisti ? Perseguição, vingança pessoal, dissimulação ?
Não existe sindicato no Brasil, de tudo isto que você percebe, apenas uns vinte por cento realmente são sindicalistas honestos, porém, são fracos politicamente.
Realmente, uma matéria escrita de forma esplêndida, sem retoques. Além de tirar o grito da garganta, foi possível, através de seu teor histórico, lembrar e constatar que os abutres se serviram e se servem da bela Itália, sem nenhum pudor.
Pobre Mino, enlouqueceu.
Explanação inteligente e enorme, bem formulada, e claro como faz parte de um dos lados, jamais sabemos quem tem razão...
Só acho hilariante aqui no Brasil ainda existirem a "esquerda e direita", se o PT a ex virgem da justiça e da revolução social(algum dia foi?), hoje é a garota de programa, que traz na cama Sarney, turma do PP de Maluf, PMDB e qualquer um que mande beijinhos... Lula e cia, o mesmo do mesmo, incluindo a roubalheira dos valeriodutos e etc...
Bem vindo Cesare Battisti, paradise is here, que Deus nos perdoe se você for um assassino, mas isso poucos tem vontade de saber, oque vale é a briguinha dos argumentos intelectuais sobre teses político-filosóficas pé no saco...
Excelente texto. Para quem não sabe, Cocco é italiano, conhece bem o contexto dos anos 70 na Itália.
O cara anônimo aí de baixo misturou tudo. O Tarso tinha que decidir uma questão e decidiu (acertadamente). Violência urbana é outra história e um problema tão maior que não depende só de decisão dele, e nem sequer no goveno como um todo. Enquanto vocês capitalistas não largam nem os farelos do osso, não haverá paz urbana. E essa de que o Tarso está sendo ’fraco com os fortes do PAC italiano’, é pra rir. O PAC? um grupelho de extrema-esquerda que não existe faz 30 anos, e que teve no máximo 200 pessoas é ’forte’? Forte é a imrpensa burguesa e o Estado Italiano que querem a extradição.
parabéns, prof cocco, pela contextualização da decisão soberana do ministro brasileiro tarso genro.
me lembrou os clássicos: a classe operária vai ao paraíso, um cidadão acima de qualquer suspeita, rocco e seus irmãos, o bandido giuliano e tantos outros imperdíveis filmes italianos.
a dupla, em foco, depois de tantos anos de batente, equivocadamente se apequena diante dos recentes fatos históricos. é uma pena.
abçs