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Já nas bancas
Os Vermelhos, ah, os vermelhos... Eles estão estratégicamente posicionados. São donos de editoras ditas "vermelhas". Mas seus donos praticam o preço de capa de suas publicações a um valor que nenhum MSTista poderia comprar. Eles só conseguem alugar ou comprar os imóveis em bairros onde só se encontra negros e nordestinos morando: Pinheiros, Vila Madalena, Vila Mariana (falo da cidade de São Paulo). Ah, e moram bem próximos de suas editoras.
Os vermelhos... fazem lançamentos dos seus livros na Livraria da Vila (uma livraria em um bairro muito pobre em São Paulo; Vila Madalena). No lançamento, empilhado de gente, não consegui identificar uma alma que pudesse se audemominar MSTista, Pedreiro, faxineiro, etc... estes que os vermelhos "lutam por eles". Mas eles não poderiam ir mesmo. Não saberiam segurar a taça de vinho, não usavam perfume importado, o ambiente ficaria fedido.
Ah, os vermelhos... essa turma do governo que os nordestinos, (os fudidos, não os Sarneis maranheses) negros da ZL, ZS, ZN, pedreiros, faxineiros, etc... aprovam o seu presidente em um índice que a oposição treme só em pensar no 85% do cabra.
Os movimentos sociais estão super bem conectados mesmo. MV Bill e Celso Athayde estão conectados à Petrobrás assim como Sérgio Vaz está conectado à Ação Educativa, e essa aos ingleses e ao lulopetismo endinheirado. Nunca antes nestepaiz a cultura periférica rendeu tanto! Vamos calcular: são 8 milhões de reais na mão de três pessoas: Raphael Brandão, Celso Athayde e MV Bill, sem contar os milhares de conhecidos dessas três figuras que acabaram pegando um pouquinho dessa grana. É uma pena que MV Bill e Celso Athayde usem o fato de serem favelados para justificar uma roubalheira dessas. Se não queriam estar conectados a essa sujeira, por que não procuraram conhecer melhor onde estavam se metendo? Não, MV Bill e Celso Athayde fizeram vista grossa para a sacanagem e se envolveram com um moleque ladrão. Como já dizia Sérgio Vaz e Eleilson Leite, roubar faz parte da periferia, não é mesmo??? Agora só falta o Renaldo Azevedo fechar o cerco sobre a Cooperifa (já que Diogo Mainardi caiu de pau em cima da CUFA). Tomara que todas as conexões sejam descobertas, e que todos os "agitadores culturais" terminem atrás das grades. Afinal, Mv Bill e Celso Athayde sempre conviveram com traficantes numa boa, o que é um absurdo: na prisão, eles vão poder até dormir com os traficantes que eles tanto defendem. Está na hora de rapper malandro e poeta ladrão irem para a prisão.
Nataly Cerqueira
daniel,
você está a um passo da santidade, segundo a Teologia da Libertação!!
compre uma AK 47 com dinheiro das FARC, e saia atirando na cabeça de todo mundo que você acha que supostamente é beneficiado pela "mão invisível".
Ou melhor, continue apoiando o MST, coloque crianças como escudo de bárbaros indecentes. Mande as crianças fazerem o trabalho sujo, é disso que vocês gostam.
Faça isso, daniel. Mostre ao mundo quem está certo. Elimine fisicamente quem você achar que merece. Leonardo Boff e Frei Betto ensinam que "a revolução os libertará".
Mate, daniel, mate, e assim ganharás o Reino dos Ceús!! Não é isso o que vocês pensam??
Nunes,
Você tem liberdade do quê?
Eu não pude escolher nem meu emprego, tive que pegar o que apareceu pra sobreviver
talvez por isso não tenha essa fé toda nessa liberdade formal ideal, que não existe na vida real
to com o MST, porque liberdade mesmo, só quando não tivermos que obedecer uma mão invisível que beneficia uma minoria e exclui cada vez mais gente
essa falsa liberdade só serve pra quem ta muito bem acomodado
Um dos problemas mais sérios hoje é a maneira como a esquerdapatia vem tomando certos movimentos criminosos como expressões de rebeldia civil. O exemplo mais atual dessa demência da esquerda é a ligação que os comunistas fazem do tráfico de drogas carioca com Canudos ou Quilombo dos Palmares. É extremamente perigoso o que muitos sociólogos e antropólogos fazem com o dinheiro público, quando formulam textos pretendendo mostrar que os narcotraficantes nada mais seriam do que cidadãos rebelados contra o sistema capitalista ocidental.
Leandro Sapucahy é um artista muito famoso por sua canção "Polícia e Bandido", que poderia ser comparada com "Soldado do Morro" de MV Bill, no quesito "como legitimar a bandidagem". Quem tiver estômago para tolerar essas apologias do crime organizado, deve ler também os famosos romances de Ferréz "Manual Prático do Ódio" e "Capão Pecado". Imagina-se que esses artistas não só desejam legitimar as atividades ilícitas e desumanas dos narcotraficantes e assaltantes como, também, criar gêneros artísticos específicos para essa função.
O pior de tudo é que a Cooperifa não deixa de estar nesse bonde (no sentido funk da palavra). Ao exibir filmes sobre o tráfico de drogas e os Panteras Negras, o criador da Coop. e seus discípulos pretendem passar a imagem de que a criminalidade é um lado cruel da vida, cruel porém necessário, pois é dessa forma que, num primeiro momento, os pobres podem tomar consciência de sua "condição marginalizada", como diria um jornalista do Le Monde. Ou seja, ser Pantera Negra é ter consciência da raça negra e representar a luta armada que caberia aos pobres, segundo o que a Cooperifa apresenta. Ou seja, se alguém é pobre e negro, deve se armar a matar policiais, segundo esse pensamento periférico.
Todavia, de que adiantam as palavras, quando esses artistas podem, a qualquer momento, explodir na mídia, dizendo que são vítimas de preconceito e intolerância? A sociedade é obrigada a tolerar canções e livros que cantem as glórias e mazelas da bandidagem; mas a mesma sociedade não pode contestar esses que dizem ser a voz das ruas? É estranho como o poder do maligno pode assumir a face da marginalidade mendiga e, no instante seguinte, mostrar seu fuzil de marginal bandido. É uma estratégia de marketing que joga com os dois lados da pobreza (mendicância e bandidagem), para manipular o imaginário popular.
Essa é a retórica estratégica que estrutura essa "apologia do crime" em "arte periférica":
basta ser pobre e defender ou legitimar a criminalidade para ser artista;
basta parecer mendigo para receber atenção e verbas públicas;
basta parecer criminoso para hastear a bandeira da bandidagem e dizer que tudo lhes pertence.
Por um lado, mendigos, pobres miseráveis, sem forças, dignos de caridade e cuidados da sociedade civil e do Estado; por outro, bandidos, foras-da-lei, anarquistas, antisociais, contra a cultura burguesa pela cultura, tão pobre quanto a burguesa, da periferia.
São movimentos sociais conectados, cujos nexos vinculantes são todas essas idéias que compõem o imaginário sobre a e da periferia, imaginário este do mendigo e do bandido, que esses artistas exploram para ganhar fama e renome e, com isso, poder político, não para transformar as relações sociais, mas tão somente para invertê-las, com todas as suas iniquidades, a favor de seu pequeno grupo de participantes.
As palavras não me assustam. Mais do que isso: católico, conheço os homens mais por meio de obras do que de palavras. Os que despejam cotidianamente as suas lágrimas na imprensa em defesa dos pobres, dos oprimidos, dos excluídos ou do governo operário serão mesmo mais humanistas do que eu? Basta que o sujeito transforme a sua consciência culpada numa peça de acusação das desigualdades brasileiras para que ganhe um lugar no céu dos que defendem a justiça social? A maioria de nossos “pobristas” é patética. Sua própria rotina diária serviria para ilustrar uma das letras de Mano Brown. O burguês ou pequeno-burguês sensível acredita que basta fazer justiça com o próprio teclado. Quer, por exemplo, “ouvir a voz da periferia”. Eu digo com todas as letras: eu não quero. Acho que a periferia precisa de escola, luz elétrica, esgoto tratado. Para que possa aprender os códigos do centro. Essa conversa de pobre falar enquanto pobre; de periferia, enquanto periferia; de favela, enquanto favela é uma das coisas mais reacionárias e estúpidas que ganharam a mídia nos últimos tempos.
Não é marxismo, não é liberalismo, não é nada. Trata-se apenas de uma bobagem de integrados flertando com o apocalipse. Quer coisa mais patética do que a psicanalista petista Maria Rita Kehl, no Roda Viva, tentando fazer de Mano Brown o representante de um corpo teórico, de uma corrente de pensamento, de uma categoria analítica quando, visivelmente, ele não queria representar nada e ninguém? Como deixou muito claro, aquilo que ele faz é só rap, é uma opção de mercado, com a qual ganha dinheiro e vive em condições muito superiores — ele o revelou — à de seus supostos representados. Ah, mas o seu olhar encantado de Kehl lembrava ou o de uma européia vendo um “ameríndio” pela primeira vez ou o do crente diante da epifania. Entendo: apelar à barbárie, ao caos e à desordem virou a última e única saída das esquerdas.
Precisamos enfrentar o que está acontecendo. Artistas e mais artistas defendem o tráfico de drogas nas comunidades carentes, como se o banditismo fosse a melhor forma de resist6encia às atrocidades cometidas pelo neoliberalismo. Infelizmente, esses mesmos artistas não entendem o quão neoliberais são os criminosos de bermuda e chinelo.
Eu me pergunto por quanto tempo os governos de Rio e São Paulo serão coniventes com as grandes quadrilhas que infestam as favelas, prejudicando moradores pobres e inocentes que ali habitam por infortúnio do destino. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, vem enfrentando problemas porque, ao querer retirar moradores das favelas, os mesmos vem sendo molestados por traficantes, que querem a continuação das áreas favelizadas. Lógico, para o tráfico, zonas sem infra-estrutura são essenciais para seu negócio ilegal e imoral.
Onde estão os caveirões para proteger a população? Onde estão os homens de farda preta e fuzil para vingar a morte de centena de milhares de mortos pelos criminosos? Justiça seja feita. Precisamos apoiar a polícia e a polícia deve aprender a respeitar os cidadãos de bem e enfrentar os indecentes que se fingem de pobres só para ganhar dinheiro com o trafico de entorpecentes. Polícia e sociedade civil devem se unir na luta contra o crime. Chega de ter piedade de bandido que não perdoa nunca.
Eu sempre fui uma trabalhadora muito esforçada e sempre encontrei muitos problemas de exploração nos meus trabalhos. Os maiores problemas eram meus colegas, mais pobres do que eu, querendo levar vantagem em cima de todo mundo. Pobre se acha sempre no direito de passar a perna nos outros.
Quando eu pensava que no mundo da cultura era diferente. fui enganada pelos lobos maus da cultura. Rappers, atores, poetas, escritores, tudo farinha do mesmo saco: pobre se achando mais do que os outros. Não sei, A Cooperifa, o Sarau na Brasa, Marcelino Freire, Mano Brown, Ferréz, é incrível, todos esses caras conectados nas rádios, na mídia e na internet, ganhando verbas daqui e dali e produzindo..."arte do oprimido".
Mas é uma arte do oprimido que oprime, que não aceita diferenças, e que está sempre disposta a apontar o dedo para a cara de alguém e dizer bem alto: "Voc e é um arrogante, um conservador, um elitista". Engraçado, eles não gritam assim com bandido...tenho certeza que eles nunca gritariam assim com Lampião.
Marcelino e Sérgio Vaz têm aquela queda por homens fortes e nervosos, que cresceram nas ruas e são sempre violentos só contra os burgueses. Estranho...se você se deixar levar pela conversa de Marcelino e Sérgio, com certeza vai começar a achar que bandido não agride gente pobre. Eles são bons no que fazem, eles fazem a gente crer em ilusão de que bandido é bonzinho.
Ferréz e Mano Brown fazem questão de cumprimentar todo mundo na rua. E não cumprimenta para você ver! Todo mundo tem que ficar pianinho perto deles, porque eles são as vítimas do sistema, os últimos resistentes. E haja conta no banco!!
Elizete Cardoso, que diva maravilhosa, que voz, que orgulho de ouvir aquela mulher...mas aí aparecem as cantoras da periferia, requebrando os quadris e erguendo seus topetes black power, falando palavrões e querendo que a burguesia se fo@#...
Uma pena que a periferia está deixando os tambores pagos pelo Vaivai da prefeitura tomar conta da Brasilândia, com permissão vocês sabem de quem não...
E é tão hipócrita o Sérgio Vaz falar que a cultura está na cabeça do povo, quando ele mesmo diz que ninguém está lendo e que o povo não tem cultura... é o Sérgio tem que se conectar com o governo Lula já já...
Nossas crianças, se a literatura periférica se conectar com o MST, com a Eliane Brum, com o Chico Pinheiro (que mulher linda a Carla), vão ter que ler Capão Pecado no colegial, e nem vão precisar ler pro vestibular, porque se depender dessa gangue, quem passou no vestibular vai ser expulso a chicotadas das federais para dar lugar às cotas para negros, pardos, azuis, amarelos, corinthianos, palmeirenses, santistas, gays, lésbicas, simpatizantes, ongueiros...
é, eu que fiz errado de trabalhar e ser uma mulher bissexual honesta e que nunca reivindiquei nada pela minha cor e pela minha altura...
errada fui eu. devia ter me casado com um bandido e ser bailarina de funk, amiga de ongueiro e de dono de associação cultural.
porque os próprios pobres acham que uma mulher pobre não pode ser inteligente como eu, ou que, se for inteligente, tem que trabalhar em porcaria de serviço comunitário. Só se me pagar em libra esterlina e euro!!
Meu caro Nunes, como vai?
Não tenho palavras para descrever o tão preconceituoso e calunioso você se demonstrou. Mas não posso dizer que não é corajoso, pois escrever o que escreveu sem provas é pra quem tem muita coragem. Enfim, não "gostar" do PT vai lá... mas generalizar a esquerda como "vermelhada" é no mínimo infantil. Penso que nossos discursos devem mudar, assim como o mundo está mudando. Temos que admitir que esse modelo que ai está, só traz beneficios para uma minoria, enquanto outros sonham com a possibilidade de se juntar a ela.... Não sei se você ainda acredita no estilo de vida americano, mas não podemos negar que o mundo é outro e estamos em meio a um processo histórico importantissímo que vamos nos dar conta somente mais tarde. Em todo caso fica meu conselho, não seja tão preconceituoso e vamos botar a "cachola" pra pensar em uma saída alternativa.
Caro Igor,
afirmar que o Pt é de esquerda não é bobagem. O PT é de esquerda, basta analisar as falas muito bem calculadas do presidente Lula. O nosso presidente fala o que o povo quer escutar, e sua popularidade está nas alturas em razão da expertise de sua demagogia. Não me venham dizer que o PT não é de esquerda. As alianças do PC do B com o PMDB no Rio de Janeiro mostram que a vermelhada age sempre como o lado demagógico, populista, da política brasileira. A esquerda está cumprindo sua agenda à risca: tudo para povo, em nome do povo e pelo povo. O PT quer agora uma mulher ex-guerrilheira no governo da república. Joquim Barbosa (já elogiado por mim pela coragem), pode se candidatar mais à frente. Será o governo do Brasil dirigido pelas "minorias oprimidas".Como dizer que o PT não é daquela esquerda sórdida, ladra, malandra? O PT não é só da esquerda, o PT é do crime também. Infelizmente, nossos pobres e explorados estão muito mal representados pelo lado esquerdo, da astúcia.